20 janeiro, 2013

Proposta de emprego para atirador competente

Só uma perguntinha: pode-se experimentar fazer isto com alguns dos nossos políticos? Sim? Mas com uma condição, contratamos um atirador profissional, não um amador, como este que faz de conta que tentou assassinar um líder partidária na Bulgária. Ah, e já agora, demente e inimputável comprovado por declaração médica.

Amigos na política e nas namoradas


Resolução de novo ano do ministro dos Assuntos Parlamentares. O Relvas casa-se com a assessora que foi do Passos na Primavera. Marta Sousa, 16 anos mais nova do que o sr. ministro, é a nubente que vai dar... o nó em data e local a anunciar. Marta Sousa foi a responsável pela assessoria de imagem de Passos Coelho durante toda a corrida eleitoral e só posteriormente, já devidamente acasalada com Relvas, deu o «pulo» para responsável pelo Portal do Governo. Está visto que estes dois, o Miguel e o Pedro, fizeram um pacto de sangue enquanto novos. Juntos para sempre, no amor, na saúde e na doença.
 

Uma lição de história


«E Depois do Adeus» é a série que a RTP aposta para a rentrée televisiva. Estreou ontem às 21 horas, no canal 1. O elenco é de luxo, Diogo Infante, Ana Nave, Ana Padrão, António Cordeiro e Catarina Wallanstein, entre outros. É um «Conta-me como foi», com mais imagens e músicas da época. Trata-se da história de uma época refletida nas “estórias” da família Mendonça que, de repente, se vê estrangeira no seu próprio país. «Burgueses» e «comunistas» num período agitado social, económica e culturalmente. Uma verdadeira lição de história que todos devia ser visto pelos que viveram e pelos que não viveram esse período. Serviço público. Se perdeu, grave a partir da próxima semana ou recue no tempo fruto daquelas geringonças que a Zon e a Meo inventaram.

17 janeiro, 2013

O «taxímetro» da Erica


A actriz portuguesa de filmes «XXX», Erica Fontes, foi galardoada como melhor artista internacional do ano nos prémios XBIZ, dedicados ao cinema para adultos. A menina, uma verdadeira profissional de mão cheia, que até faz workshops a ensinar a arte da boa oralidade, apesar dos seus tenros 21 anitos, já cobra e bem o seu desempenho. Só ao «Correio da Manhã» exigiu 200 euros para responder a algumas perguntas. Como dizia um indivíduo que eu conheci em tempos idos, e passo a citar com direito a bolinha, «é muito boa, mas é muito puta» (sic).
 

Pós-Passos

Passos Coelho está muito centrado no futuro, mas ainda não percebeu que não vai fazer parte dele. Fala do pós-troika, quando o que devemos pensar é no pós-Coelho. Hoje, em Paris, disse que «nunca aconselhou os portugueses a emi...grarem». Deve ter sido engano. Para os malandros dos jornalistas não voltarem a descontextualizar, sugiro que as citações do Primeiro-Ministro só sejam publicadas ou retransmitidas depois de autorização prévia por parte da comissão de censura do lápis azul, instalada em S. Bento.

A futurologia do Magno regulador


O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), Carlos Magno, alertou hoje para o risco de Portugal deixar de ter jornais tradicionais muito em breve.
«Corremos o risco de não ter jornais impressos, em papel, dentro de alguns meses em Portugal», disse. Não sou futurólogo, nem tenho os dados privilegiados do regulador, mas o Magno faz parecer aquele médico que informa um doente que se deve preparar para o pior porque tem uma doença terminal, mas que acaba por falhar o diagnóstico e o desgraçado resiste mais do que a sentença de morte.
 

15 janeiro, 2013

Os «pedreiros»

Tenho cá um feeling que este livro do Vilela vai vender mais do que as «tablets» da Apple e da Androide que o pessoal moderno leva para a cama e para o WC, para deslizar as gordurosas pontas dos dedos pelo ecrã. Tem um título e uma capa muito sugestiva, digam lá se não tem?

Super-heróis com pés de barro

A confissão aconteceu diante da psicóloga dos norte-americanos: Oprah Winfrey. Apesar do embargo que subsiste sobre a entrevista, já se conhece o essencial: Lance Armtrong, 7 vezes vencedor do Tour, admitiu ter-se dopado ao longo da sua carreira. É triste para Armstrong e especialmente para o ciclismo o rótulo de «fraude» e «mentira» que foi colocado à modalidade e tão cedo não vai descolar. Já se sabia que não é possível ganhar a camisola amarela na Volta a França, depois de mais de 3 mil quilómetros a pedalar, e comer flocos de aveia, tabletes de chocolate, umas imperiais e bifes com batatas fritas. Treinos em altitude e transfusões de sangue são hoje a «bomba» que faz atletas medianos em super-heróis com pés de barro. No caso de Armstrong ainda se pensou que fosse a sua luta contra o cancro que o tivesse dotado de condições fisiológicas de excepção. Afinal não. No mundo do pedal o que falta mesmo saber é quem mentiu mais nas últimas décadas.Os patrocinadores vão debandar e o público reflectir antes de apoiar dopados em rampas de 10 por cento de inclinação. RIP ciclismo.