A TSF aproveitou a presença no estágio da selecção na Covilhã para vasculhar no baú das memórias de adolescente de Sócrates. Vai daí entrevistou Aníbal Mendes, actual director da Escola Freitor Pinto e antigo colega do Primeiro-Ministro, que fez umas revelações bombásticas. Diz o Aníbal, o Mendes não o Cavaco, que Sócrates era conhecido entre os seus pares pelo « caixa de óculos», devido à grande armação que usava, para além de ser já então reconhecida a sua «persistência», bem como o inegável talento para os matraquilhos e o bilhar. Aníbal não se lembra de vocação do José estudante para a política, nem tão pouco a queda para a mentira e a pequena intriga. Provavelmente atributos que Sócrates desenvolveu mais tarde, quando enveredou pela vertente profissionalizante da carreira política.01 junho, 2010
Sócrates, o «caixa de óculos»
A TSF aproveitou a presença no estágio da selecção na Covilhã para vasculhar no baú das memórias de adolescente de Sócrates. Vai daí entrevistou Aníbal Mendes, actual director da Escola Freitor Pinto e antigo colega do Primeiro-Ministro, que fez umas revelações bombásticas. Diz o Aníbal, o Mendes não o Cavaco, que Sócrates era conhecido entre os seus pares pelo « caixa de óculos», devido à grande armação que usava, para além de ser já então reconhecida a sua «persistência», bem como o inegável talento para os matraquilhos e o bilhar. Aníbal não se lembra de vocação do José estudante para a política, nem tão pouco a queda para a mentira e a pequena intriga. Provavelmente atributos que Sócrates desenvolveu mais tarde, quando enveredou pela vertente profissionalizante da carreira política.Um homem só
31 maio, 2010
«Mou» e a teoria da gravata desapertada
A marca «José Mourinho», devidamente registada e blindada, ao melhor estilo de «CR9», é uma das mais valiosas e carismáticas da actualidade. No país das revistas «del corazón», Mourinho e a sua barba de três dias e os cabelos grisalhos, ao melhor estilo do seu ex-vizinho do Lago di Como, George Clooney, vão ser escrutinados diariamente. Ao mais ínfimo pormenor. Um crítico do jornal «El Mundo» foi ao ponto de, reparando no pormenor da gravata desapertada de Mourinho, ter dito que Florentino Perez, o presidente do Real e dono de um império da construção civil em Espanha, «confia o o seu futuro ao nó torcido da gravata do treinador». Modas à parte, certo é que ninguém lhe ficará indiferente a «Mou», o «petit nom» que italianos e agora espanhóis adoptaram. Estamos desertos que comece a temporada. Mas antes disso deixemos o homem ir de «vacaciones» para estoirar um mesito de ordenado. O pior, para ele e para a sua família, é que não é garantido que nas Maldivas Mourinho seja um desconhecido.Guerra, mentiras e vídeos
No eterno conflito do Médio Oriente, israelitas e palestinianos vão-se revezando no papel de carrasco e vítima. O último episódio, em que Israel atacou indiscriminadamente um conjunto de seis navios que transportava cerca de 750 pessoas dispostas a prestar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, é inexplicável, independentemente da quantidade de videos justificativos que Telavive apresente e do eterno argumento da legítima defesa. Os múltiplos contactos diplomáticos são irrelevantes para travar a espiral de violência. Ainda está para nascer o presidente americano que consiga desmobilizar a obsessão bélica do «velho aliado». Depois não se queixem por serem dois dos países mais odiados do Planeta.Real Mourinho
Mourinho, dia um na «casa branca» espanhola. O português mais conhecido do Mundo foi apresentado, sem pompa e com pouca circunstância, no estádio do clube mais mediático do Planeta. Uma hora de conferência de imprensa, de forma fluente em várias línguas, onde sobressai a frase, «neste clube atrai-me a história e as frustrações». Quem fala assim, não é gago.A frase do dia
30 maio, 2010
Eu vi e engoli um sapo Alegre
O PS vai mesmo apoiar Manuel Alegre nas presidenciais do próximo ano. Sócrates engoliu um sapo (dos grandes) recusando fazer a vontade a Soares e a outros socialistas que não podem ver o poeta Alegre à frente. Hoje, Cavaco preferiu falar de cavalos e já alimenta mais um dos seus enjoativos tabus. O Presidente que se acautele. Uma coisa é vencer as eleições na primeira volta, outra é se for obrigado a disputar uma ronda final com o candidato da esquerda federada. Com o eleitorado gay Cavaco sabe que pode contar, o mesmo não se pode dizer com os portugueses mais conservadores, indignados com a promulgação do casamento entre pessoas do mesmo sexo. João César das Neves, um conhecido apoiante e colaborador de Cavaco nos seus tempos de líder do governo, já saiu a terreiro dizer que a decisão do Presidente vai fazê-lo perder mais votos do que ganhar. Fica o alerta.
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