Em Belém até fizeram o favor de tirar os microfones da tradicional cerimónia de boas festas que junta o PR e o PM. O que ambos os senhores disseram, para além de conversa de circunstância, foi algo semelhante a ensonsos e forçados sussuros, tendo havido necessidade de colocar legendas nos telejornais. A guerrilha segue depois da trégua natalícia.23 dezembro, 2009
Inimigos de estimação
Em Belém até fizeram o favor de tirar os microfones da tradicional cerimónia de boas festas que junta o PR e o PM. O que ambos os senhores disseram, para além de conversa de circunstância, foi algo semelhante a ensonsos e forçados sussuros, tendo havido necessidade de colocar legendas nos telejornais. A guerrilha segue depois da trégua natalícia.Apanhem o «Catota»!
Aconteceu ontem na Alta de Lisboa, uma zona da capital que foi vendida como um oásis, mas afinal é uma espécie de Farwest com uns prédios de luxo. Com um bocadinho de sorte, o «Catota» sai em liberdade e fica prontinho para se sentar ao volante de um qualquer bólide, obviamente embriagado. A menos que o factor racial prevaleça em tribunal.22 dezembro, 2009
O essencial e o acessório
O casamento dos homossexuais e as tricas político-partidárias entre Belém e S. Bento são as cortinas de fumo para enganar o que vai mal no país e a incompetência das pseudo-elites políticas que nos calharam em sorte. D. José Policarpo, escreveu uma carta aos párocos e às comunidades cristãs do Patriarcado de Lisboa e fez um video onde deixou uma mensagem a propósito da quadra. Sensato como poucos, D. José desmentiu o pacto de silêncio com Sócrates sobre a questão que faz tremer o futuro do país, o casamento gay, bem entendido, e pôs o dedo noutra ferida que poucos gostam de perder, um segundo sequer, com ela: a perda da identidade daquilo a que chamamos Natal. Talvez dê um bom debate, no próximo ano. De preferência longe de uma grande superfície. Não vá o espírito do debate ser contagiado pela lógica mercantilista.Património ao abandono, cidade sem alma
O edifício histórico do Hot Clube de Portugal, na Praça da Alegria, uma das casas de jazz mais emblemáticas de Lisboa, foi esta madrugada consumida pelas chamas. Não muito longe dali, o não menos carismático Ritz Clube, continua a definhar à espera de comprador. A livraria Bucholz encerrou há umas semanas. Ninguém acude à baixa e a zona histórica da capital. Os misteriosos incêndios, que acontecem sempre ao cair da noite ou de madrugada, encarregam-se de fazer o que todos esperam. Com franqueza, não é um Red Bull Air Race que vai devolver a alma a Lisboa, quando o seu âmago é diariamente destroçado. Mas o povinho teima em só engolir pão e circo.PS: O edífício do Hot Clube era propriedade da Câmara. Mais um argumento revoltante.
Ninguém se manifesta?
Estranha-se qual o motivo por que é que não há um «levantamento popular», como existiu quando o El Corte Inglés e outros interesses espanhóis aterraram em Portugal, tendo motivado diversos manifestos e opiniões pela manutenção dos centros de decisão no nosso país, agora que a empresária(?) Isabel dos Santos, ilustre filha do presidente angolano, continua a fazer shopping por terras lusas, tendo adquirido 10 por cento da ZON.21 dezembro, 2009
A(s) Frase(s) do dia
«(Em 2010) viveremos na interrogação sobre a queda ou não do Governo», Francisco Pinto Balsemão, Jornal de Negócios, 21 Dezembro 2009
«O preto é o melhor aluno de Bush», Evo Moralez, presidente da Bolívia, sobre Obama, jornal «El Mundo», 21 Dezembro 2009
«O preto é o melhor aluno de Bush», Evo Moralez, presidente da Bolívia, sobre Obama, jornal «El Mundo», 21 Dezembro 2009
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