Saiu hoje mais um título novo para as bancas. Chama-se «I» e também é conhecido por ser o jornal da construtora Lena. O site é arrojado, mas o passar de olhos que fizemos pela edição impressa não foi de molde a causar sensação. Mais do mesmo. Voltando ao produto online, saliente-se a notícia que José Sócrates é um dos clientes da mais exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills, «onde só entra um cliente de cada vez, com hora marcada e todo o staff de empregados à sua disposição.» A primeira operação de charme, dizemos nós.07 maio, 2009
Um jornal que «I»rradia charme
Saiu hoje mais um título novo para as bancas. Chama-se «I» e também é conhecido por ser o jornal da construtora Lena. O site é arrojado, mas o passar de olhos que fizemos pela edição impressa não foi de molde a causar sensação. Mais do mesmo. Voltando ao produto online, saliente-se a notícia que José Sócrates é um dos clientes da mais exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills, «onde só entra um cliente de cada vez, com hora marcada e todo o staff de empregados à sua disposição.» A primeira operação de charme, dizemos nós.O dress code da Igreja
Demónios à solta no Vaticano
06 maio, 2009
Esforço olímpico
As lições do «índio» Waldo
«Documenti!»
Comédia italiana
Regressado a Portugal após um período de férias, confirmo o que já suspeitava. Nada mudou. Até o buraco do Costa na Avenida de Berna está no mesmo sítio. Só os insultos ao camarada Vital no 1.º de Maio agitaram uma pátria, subitamente assolada por um calor estival. No país onde estive, a Itália, é que as coisas estão animadíssimas. O casamento de fachada do «premier», Berlusconi, acabou nas páginas dos jornais, por iniciativa da própria Verónica Lários. A rica senhora cheia de«pasta», garantem as gazetas transalpinas, não gostou que o marido tenha andado a namorar (politicamente e literalmente, dizem as más línguas) ex-misses e actrizes para integrar a lista às europeias do seu partido. Uma verdadeira comédia italiana. Por cá anuncia-se que o nosso «premier» vai dar o nó com a Câncio, que para já promove o seu mais que tudo nas páginas dos periódicos, ainda este ano. Em ambos os casos, o grau abaixo de zero da política.26 abril, 2009
O bicho é manso, diz ele
O «animal feroz» voltou a fazer das suas. Desta feita, à saída da dura sessão de perguntas, cirurgicamente seleccionadas pelo aparelho do Largo do Rato. A jornalista do «Público» estava lá e descreveu o delicioso diálogo:«(...) José Sócrates saíra da sala da “entrevista”, sorridente, com ar de quem passou com distinção na prova oral, e perguntou “Não foi mal, pois não?”, dobrando as folhas brancas com notas usadas nas respostas. E estava ali, a “dar sopa”, para os poucos jornalistas presentes. Uma jornalista pergunta se se pode aproximar e fazer uma pergunta. “Claro, eu não mordo”, responde Sócrates sorridente.“Não morde mas rosna. E às vezes rosna muito”, replica-lhe ela em voz alta. O primeiro-ministro fica atrapalhado, responde que não é bem assim, ainda a rir, sem saber muito bem o que fazer, mas ela insiste com o “rosnar”. Talvez pelo efeito surpresa, Sócrates nem se zangou, mas o caso cerrou alguns sobrolhos».
Fonte: Público, 26 Abril 2009
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