«Morrerei no Egipto e será a história a julgar-me»,Hosni Mubarak, presidente do Egipto, El Mundo, 1 Fevereiro 2011
01 fevereiro, 2011
A frase do dia
«Morrerei no Egipto e será a história a julgar-me»,Hosni Mubarak, presidente do Egipto, El Mundo, 1 Fevereiro 2011
31 janeiro, 2011
De deuses a vilões
Os clubes ingleses continuam a ser os reis da obscenidade em termos de contratações. No último dia do mercado de inverno, Liverpool e Chelsea jogaram os seus trunfos e fizeram as últimas aquisições. «El niño» Fernando Torres troca Merseyside pela zona chique da capital londrina, depois do caprichoso Abrahmovic ter aberto os cordões à bolsa (50 milhões de euros pelo espanhol e mais 25 milhões por David Luiz) desesperado pela frustrante campanha do Chelsea na Premier League. Em Anfield Road é que não gostaram muito da operação. A camisola 9 de Torres, uma das mais vendidas no merchandising dos «reds», foi queimada à porta do estádio. O futebol como metáfora da sociedade. De deuses a vilões.
30 janeiro, 2011
Manter-se Coelho ou ser carneiro, eis a questão
General sem medo
Numa altura em que os conflitos se fazem e se jogam na televisão, na internet e nas redes sociais, o General Loureiro dos Santos entende que «quem domina as tecnologias e a gestão das percepções é quem sai vencendor da guerra». Em entrevista ao «Ensino Magazine» de Fevereiro o general afiança que não dá votos investir nas forças armadas, que a compra dos submarinos não era prioritária e defende que os jovens cumpram um serviço cívico nacional de forma a compensar o fim do serviço militar obrigatório. A ler. http://www.ensino.eu/home.html
29 janeiro, 2011
Novos muros que são derrubados
O efeito dominó iniciado na Tunísia alastra-se a outros países árabes e com maior virulência. Agora é a vez no Egipto, um dos maiores e mais estratégicos países daquela região do Planeta. Não restam muitas dúvidas que o regime de três décadas de Mubarak tem os dias contados. Já se fala que estamos a assistir à reedição da queda do muro de Berlim. Who's next?
27 janeiro, 2011
Lyoncificar, por aí
A febre da lyoncificação do nome prossegue: Eu sou «Nunonce Satyulkuna». Experimente aqui fazer a brincadeira provocada pela excentricidade do casal maravilha, Yannick Djaló e Luciana Abreu., que baptizaram o rebento com o nome de Lyonce Viiktórya. O triste é que ainda há quem ganhe dinheiro com estas patetices. O ministro que devia ter ido de carrinho...
O fim da picada
A reviravolta no caso Casa Pia é algo digno do «Jornal do Incrível» ou da «Twilight Zone». A entrevista de «Bibi» à obscura revista «Focus», ainda por cima a um jornalista-furtivo retirado do mercado, parece inventada pelo «Inimigo Público». Ler «Bibi» jurar «por Deus que eu próprio nunca, mas nunca, abusei de ninguém», é mesmo o fim da picada.
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