Há no horizonte da selecção portuguesa uma sensação a caso. Nani chegou hoje a Lisboa e deixou escapar que dentro de uma semana pode estar recuperado. Como os médicos desta selecção nacional são mudos, continuamos sem saber qual é a lesão em concreto do jogador. Começa a dar a ideia que o alegado problema na clavícula é um alíbi para uma situação mais embaraçosa. Espera-se que não haja mais «paulas» ao virar da esquina.13 junho, 2010
Cheira a caso
Há no horizonte da selecção portuguesa uma sensação a caso. Nani chegou hoje a Lisboa e deixou escapar que dentro de uma semana pode estar recuperado. Como os médicos desta selecção nacional são mudos, continuamos sem saber qual é a lesão em concreto do jogador. Começa a dar a ideia que o alegado problema na clavícula é um alíbi para uma situação mais embaraçosa. Espera-se que não haja mais «paulas» ao virar da esquina.Mundial de aviário
Mundial, dia 3. Poucos golos e futebol decepcionante. Para já, o que abunda são os «frangos». Ontem, o guarda-redes Green da Inglaterra sofreu um, daqueles com penas. Hoje, foi o seu colega argelino dar uma «cantada», como dizem os espanhóis. Dizem que a bola oficial é traiçoeira, mas não é de excluir o facto de as ensurdecedoras vuvuzelas desconcentrarem um santo, quanto mais um guarda-redes.12 junho, 2010
A depressão tem um nome: Grécia
No final do Mundial veremos se o desempenho das selecções é proporcional à sua saúde económico-financeira. Então, o Brasil seria, certamente, o vencedor. A Grécia entrou a perder com os coreanos (do sul) e deve ter agravado a depressão de todo um povo. A única coroa de glória dos helénicos aconteceu aqui mesmo no nosso reduto, no agridoce ano de 2004. Quanto a Portugal, insisto, as expectativas são tão baixas que tudo o vier à rede é ganho. O caso Nani é mais uma intrigazinha doméstica para agitar as águas. Já se especula sobre um eventual caso de doping ou uma dispensa precipitada. Também nada pode surpreender os adeptos tugas depois da rebelião laboral de Saltillo em 1986.O «dream team» da RTP
Diz-nos a mais elementar prudência que não devemos confiar em quase ninguém e muito menos na catadupa de e-mails que circulam pela internet. Acontece que quando a notícia é a RTP normalmente as «toupeiras» bem informadas filtram dados com algum grau de fiabilidade. Mais uma vez os salários de dezenas de colaboradores da estação pública aparecem escancarados aos olhos de todos. Só para citar os mais mediáticos, e por ordem decrescente de ordenado, o «boss» da informação, José Alberto Carvalho roça os 16 mil euros, Judite de Sousa os 14,700 euros e o romancista José Rodrigues dos Santos, os 14, 600 euros. Isto sem contar com ajudas de custo e outros incentivos. Com aquilo que «abicha» o novel escritor com as suas aclamadas obras estes trocos auferidos no vencimento da RTP devem ser canalizados para comprar uns trapos para a mulher e as filhas do «orelhas». 11 junho, 2010
10 junho, 2010
Assassínio público de um concerto memorável
Fazendo jus à tradição de assassinar todos os concertos que transmite, o serviço público de rádio e televisão, neste caso a RTP2 e a Antena 3, recrutou dois perfeitos anormais, cujo nome desconheço, para dizer gracinhas e tecer outros comentários de circunstância antes, durante e depois do memorável espectáculo desta noite que antecedeu a abertura do Mundial 2010.
Tem que passar a existir nos comandos (faça-se uma petição, já!) uma função que permita fazer «mute» apenas aos comentários destes cretinos que insistem em colar-se a grandes momentos televisivos. Para quem não viu, a RTP1 repete mais tarde, como é costume em horário próprio dos filmes com bolinha.
Alicia Keys e Shakira foram as estrelas mais cintilantes da noite de Joanesburgo. Fica um cheirinho da emissão retirada da TV Globo que, pelo menos, aparentemente, não tinha comentários de «brazucas» idiotas.
Quem promove uma imagem assim não é Gaga
Pode até não se gostar, mas Lady Gaga não pára de bater recordes e as suas aparições não têm paralelo na expectativa e polémica que geram. É a nova Madonna, necessariamente com mais irreverência e com a elevação do conceito e produção de um ícone ao expoente máximo. A última provocação chama-se «Alejandro», tem 9 minutos de duração e é uma ode à comunidade gay, com uma pitada de sadomasoquismo. Em menos de 24 horas foram cerca de 3 milhões a espreitar o video no canal da cantora britânica no YouTube. Um fenómeno. E como todos os fenómenos este também não tem explicação. Para os que já se deixaram seduzir o melhor é apressarem-se e adquirir bilhete para o espectáculo de Dezembro no Pavilhão Atlântico.E se de repente dois ícones se juntassem...
Se for um rapaz com dois dedos de testa Cristiano Ronaldo vai mandar emoldurar e colocar numa das suas 18 casas algures do Planeta a foto que tirou ontem com Nelson Mandela. Carlos Queiroz meteu a «cunha» e o líder africano recebeu em privado o treinador português e «CR7». Pode ser que o ex-presidente da África do Sul seja talismã para uma selecção que exala pouca fé.
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