Prossegue o rol de anedotas e outras graçolas sobre a vitória de Obama nas eleições americanas. Racismos à parte, a Casa Branca (tradução de White House), vai passar a chamar-se, a partir de 20 de Janeiro de 2009, a Casa Africana, devido ao tom de pele dos novos inquilinos. Entretanto, aguarda-se com expectativa o baptismo do animal de estimação que o presidente eleito vai oferecer às suas duas filhas.09 novembro, 2008
A Casa Africana
Prossegue o rol de anedotas e outras graçolas sobre a vitória de Obama nas eleições americanas. Racismos à parte, a Casa Branca (tradução de White House), vai passar a chamar-se, a partir de 20 de Janeiro de 2009, a Casa Africana, devido ao tom de pele dos novos inquilinos. Entretanto, aguarda-se com expectativa o baptismo do animal de estimação que o presidente eleito vai oferecer às suas duas filhas.Linha interrompida
Na passada semana, a Linha Saúde 24 esteve sem funcionar durante uma madrugada inteira. A chamada era cobrada, mas do outro lado, ninguém contestava as dúvidas dos utentes. Motivo: uma actualização informática na linha. Pior do que isso, sem aviso prévio. Com a ministra Ana Jorge tudo é desculpável e a comunicação social mexe com pinças todos os assuntos relacionados com a Saúde. Parece que desde que Correia de Campos foi destituído pelo clamor popular e dos «media», mais nenhum bebé nasceu dentro de uma ambulância ou houve casos de negligência médica nos hospitais deste País. Brigada especial anti-palmadas
Em breve vai poder passar a ser crime dar uma palmada numa criança, mesmo se tratando do filho do alegado «agressor». A luminosa ideia partiu da Suécia e, em breve, poderá arrastar-se a toda a Europa, transformada, quiçá, em directiva europeia. Na era de todas as proibições, e caso a ideia prospere, o melhor é formar uma brigada especial para o efeito e colocar um agente da autoridade, exclusivamente para detectar infracções desta natureza em centros comerciais e nos hipermercados, os locais predilectos para os encarregados de educação sovarem os seus petizes. Dentro de pouco tempo, os «diabinhos» vão converter-se em «monstrinhos». A frase do dia
«A mística do FC Porto já não é o que era», Jorge Costa, treinador do Olhanense e ex-jogador do FC Porto, em entrevista ao «Correio da Manhã», 8 Novembro 2008
08 novembro, 2008
Os pecados de Fátima
Um ano e meio depois do seu início, o julgamento do caso «Saco Azul» de Felgueiras deu boa parte dos factos como provados, condenando a 3 anos e 3 meses de pena suspensa e a perda de mandato, Fátima Felgueiras. Mas - há sempre um mas - a autarca acabou por salvar-se da prisão efectiva devido às recentes alterações ao Código do Processo Penal, ironia do destino introduzidas pelo PS, e à tradicional morosidade da Justiça, que levou à prescrição de alguns crimes, nomeadamente o de participação económica. Apesar da condenação por peculato, peculato de uso e abuso de poder, ainda não foi desta que alguém que rouba o erário público é preso. O que será preciso fazer?Quanto à perda do mandato, Felgueiras irá ganhar tempo com os sucessivos recursos e, enquanto isso, candidatar-se-á à reeleição no final de 2009. Tranquilamente. Pudera, tudo é permitido. À saída do tribunal, a recepção à heróica autarca foi apoteótica. Não resistimos a citar uma frase atribuída a um popular na reportagem publicada hoje no CM: «É a nossa presidente. Tem obra. Fez tudo pela gente. Isto foram aqueles senhores malvados que só lhe queriam mal». O português é assim mesmo, fecha os olhos mesmo quando lhe vão ao bolso, esta malta só quer mesmo é ser feliz. Pobres diabos.
A humanização do homem providencial
Antes de ser, já o era. Barack Obama foi eleito há um par de dias e, à boa maneira americana, quase que já governa, eclipsando o presidente ainda em funções. No primeiro discurso à nação emitido esta tarde, Obama volta a insistir no argumento que a recuperação não será fácil, mas confia na resistência da nação americana. O novo inquilino da Casa Branca procura, nestes dois meses até à tomada de posse, em Janeiro, retirar a carga messiânica e de homem providencial que lhe foi colada durante toda a campanha eleitoral. Objectivo: descer a elevadíssima fasquia das expectativas que sobre ele se alimentaram, para não frustrar a natural decepção que em breve se vai abater na mente de muitos que sonharam demasiado.07 novembro, 2008
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