O saque continua. Mais seis assaltos na zona da Grande Lisboa, a bancos, estações dos CTT e gasolineiras. Parece que há ladrões que fazem o «bis» num curto espaço de tempo, não satisfeitos com o produto do primeiro roubo. Sócrates continua em paradeiro desconhecido e não consta que esteja prevista uma inauguração de call centers nos próximos dias. O PGR fala amanhã ou depois para dar «sugestões». Esperamos que sejam boas. 26 agosto, 2008
À espera de boas «sugestões»
O saque continua. Mais seis assaltos na zona da Grande Lisboa, a bancos, estações dos CTT e gasolineiras. Parece que há ladrões que fazem o «bis» num curto espaço de tempo, não satisfeitos com o produto do primeiro roubo. Sócrates continua em paradeiro desconhecido e não consta que esteja prevista uma inauguração de call centers nos próximos dias. O PGR fala amanhã ou depois para dar «sugestões». Esperamos que sejam boas. Família feliz, país emocionado
Não é fácil ser-se mulher de político americano. Ou se aparece, humilhada e despeitada, ao lado do marido traidor, ou então, no caso de Michelle Obama, «encena-se» o casal maravilha, com duas filhas lindas, que subiu a pulso e que nunca teve uma discussão na vida. Ao som da música «Isn't she lovely» de Stevie Wonder a advogada, quiçá futura primeira dama, apareceu ao lado de Malia e Sasha no Pepsi Center de Denver, onde decorre a convenção democrata. O pai, Obama, estava em Kansas City numa acção de campanha, mas falou por videoconferência. Os americanos adoram um escândalo, mas apreciam a união familiar. A emoção, o coração e as lágrimas, contam cada vez mais na contabilidade dos votos. Obama deve ter subido nas sondagens. Por uns dias.Obama Biden...Laden?
Já não bastava o boato que o candidato democrata à Casa Branca é muçulmano, agora é o próprio Obama que decide aumentar o embaraço com a escolha do seu vice-presidente. É tudo uma questão de nomes. Obama é parecido com Osama; Biden, o nome do vice-presidente, não difere muito de Bin. Só falta mesmo arranjar um Laden para complicar as coisas ainda mais...25 agosto, 2008
As 67 melhores fotos dos Jogos mais vistos de sempre


Os Jogos Olímpicos de Pequim registaram a maior audiência da história do olimpismo: 4,400 milhões de telespectadores, o que corresponde a um terço da população mundial, segundo dados fornecidos pela Nielsen Company, entre os dias 8 e 17 de Agosto. Agora é tempo de balanço. A revista "Time" disponibiliza no seu site as melhores 67 fotos dos profissionais da Sports Illustrated. Um best of a não perder.Escocês excelentíssimo
«Ser escocês marcou a minha vida», confessa Sean Connery. O Bond perfeito, para muitos, lançou aos 78 anos um livro de memórias em que grava o seu amor pela Escócia: «Being Scot», é o título que dá nome à obra, hoje apresentada na Feira Internacional do Livro de Edimburgo. Recorde-se que Connery tem na sua pele uma inscrição com as palavras «Scotland Forever». Já que estamos em maré de confissões, anuncia-se para Outubro as memórias do outro Bond, Roger Moore, com 80 anos. «My word is my Bond», vai chamar-se este lançamento literário.Há silêncios e silêncios...
Ela entra-nos, de forma brutal e diariamente, pelos olhos. Mas quase ninguém fala sobre a insegurança. Sócrates só aparece para a fotografia, a Manuela diz que só fala no dia 7 de Setembro e o ministro Rui Pereira e o senhor comandante do gabinete coordenador de segurança dizem que não há vaga de criminalidade nenhuma. O problema é que os assaltantes não têm mais nada para fazer em Agosto e, à falta de incêndios, decidiram divertir-se um pouco, agitando a calmaria estival. Entretanto, anuncia-se para meio desta semana uma comunicação do Procurador, Pinto Monteiro. Se for para constatar o óbvio ou socorrer-se das estatísticas mais vale estar calado. A ver vamos, como diz o cego.Um «Intervalo» demasiado cedo
O verão horribilis de 1988 não se ficou pelo dramático incêndio do Chiado. Ainda mal refeito da tragédia que dilacerou o «coração» da capital, o País receberia no dia seguinte, 26 de Agosto, a notícia da morte brutal de Carlos Paião, um dos mais brilhantes cantores e compositores da época. A caminho de um espectáculo em Leiria, na fatídica Estrada Nacional 1, a viatura onde seguia o artista embateu frontalmente com outro veículo. Dias antes da sua morte, Paião demonstrou ao produtor Mário Martins o desejo de mudar o título do álbum que estava prestes a lançar. Conseguiu o seu objectivo. «Intervalo», chamou-se o disco. «Quando as nuvens chorarem», foi o tema de maior sucesso. Uma arrepiante coincidência.
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