Um dos segredos mais bem guardados do século XXI foi, finalmente, revelado. Marco Materazzi confessou em entrevista a uma revista italiana que será publicada na segunda-feira o que disse para desencadear a ira de Zinedine Zidane, na final do mundial 2006. "Prefiro a puta da tua irmã" (sic), disse o italiano, em resposta a um comentário de Zidane que, ao ser constantemente agarrado pelo transalpino, sugeriu: "se queres a camisola, dou-ta no final". 18 agosto, 2007
Desvendado o segredo de Materazzi
Um dos segredos mais bem guardados do século XXI foi, finalmente, revelado. Marco Materazzi confessou em entrevista a uma revista italiana que será publicada na segunda-feira o que disse para desencadear a ira de Zinedine Zidane, na final do mundial 2006. "Prefiro a puta da tua irmã" (sic), disse o italiano, em resposta a um comentário de Zidane que, ao ser constantemente agarrado pelo transalpino, sugeriu: "se queres a camisola, dou-ta no final". E agora, para algo completamente diferente...
Spencer Tunick, o fotógrafo mundialmente famoso por registar pessoas completamente nuas nos quatro cantos do planeta, realizou hoje uma sessão num sítio improvável: o glaciar de Aletsch, na Suiça. O objectivo: ajudar a Greenpeace no esforço de consciencialização colectiva sobre os perigos do aquecimento global.A coragem de por o dedo na ferida
A revista brasileira “Veja” fez capa, na edição da passada semana, com um tema muito caro ao nosso país: “A praga da impunidade – Por que eles não ficam presos”, ilustrando a toda a largura da capa uma pessoa de fato completo e de mala na mão, mas com cara de rato, preparado para se evadir da prisão. “A Justiça brasileia é incapaz de manter presos asssassinos confessos e corruptos pegos em flagrante. Na origem da impunidade está a propria lei”. Onde é que nós já ouvimos isto? A “Veja” identifica dezenas de caras que, em condições normais, estariam atrás das grades por envolvimento em casos de corrupção, lavagem de dinheiro, peculato, fraude, etc.Ora aí está o exemplo de uma publicação corajosa - de grande qualidade, mas que é vendida em Portugal a um preço quase proibitivo (5 euros) - que teve um importante papel ao denunciar vários escândalos envolvendo o governo Lula, nomeadamente o caso do mensalão. Por cá, as nossas newsmagazines, são macias, anódinas, chegando a confundir-se com revistas cor de rosa. Menos mal que são mais baratas que a "Veja"...
Um cesto para a história
A Lituânia perdeu com a Espanha em jogo de preparação para o europeu de basquetebol, mas este lançamento triplo de Jasicevicus, a 26 metros do cesto, costa a costa, como dizem os americanos, entra para a história.17 agosto, 2007
Striptease radiactivo
A polícia britânica revelou hoje que a investigação policial e sanitária do caso Litvinenko custou 4,5 milhões de euros ao erário público. Soube-se também agora que foram encontrados resíduos da substância radioactiva Polonio 210 num clube nocturno de Londres, conhecido pela arte do striptease, frequentando por homens de negócios russos, bem como num restaurante marroquino, no automóvel de que o ex-espião era proprietário e ainda no interior de um táxi da capital inglesa. 16 agosto, 2007
O "bebé Nirvana", 17 anos depois
Muitos de vocês já identificaram o nome do disco cuja capa era este bebé de meses dentro de uma piscina. Provavelmente muitos têm este vinil ou cd nas discografias pessoais. Isso mesmo, “Nevermind”, dos Nirvana, a banda de Kurt Cobain, que representou o zénite da cultura grunge, que conheceu o seu apogeu no inicio da década de 90. Pois bem, o petiz cresceu e hoje, é quase um homem, já tem barba e 17 anitos de vida. De seu nome Spencer Elden o “bebé Nirvana” confessou em entrevista à MTV que ao ver-se naqueles preparos “sentiu-se uma estrela pornográfica”. O actual estudante universitário, nunca perdendo o bom humor, diz que se tem aproveitado da situação e quando assediado pelo sexo oposto "lança a escada" com o seguinte comentário jocoso: “por acaso querem ver aquele pénis outra vez?”. Para dizer a verdade, e não desfazendo, dispensamos...Mau gosto autêntico
Em pleno Verão, está ao rubro a guerra entre a Unicer e a Central de Cervejas. Os marketeers da Superbock, a marca de cervejas mais emblemática da primeira empresa, passaram-se da carola com a última campanha que anda por aí em tudo o que é sitio, com especial agressividade visual para os mupis que enxameiam as esquinas da cidade. Na lógica agressiva que os bancos têm perfilhado, com coisas brejeiras do género “Na minha casa ou na tua?”, a Unicer lançou uma campanha tremendamente ligeira, a roçar a grosseria, onde uma garrafa de cerveja adquire as formas e as curvas de um corpo feminino, num claro apelo aos instintos mais selvagens dos “gents” que consomem o líquido em tempo de canícula. Primeiro foi o “Bockini”, depois a “Miss PlayBock”, mas o auge da indecência e da boçalidade aconteceu com o “Fino Dental”. Será que os criativos que idealizaram a campanha da marca que diz ter o “sabor autêntico” estavam com os copos?
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