«O senhor deputado (António José Seguro) não pode dar a canelada e fugir», Pedro Passos Coelho, Primeiro-ministro, dirigindo-se ao líder da oposição, SIC-Notícias, 27 Abril 2012
27 abril, 2012
26 abril, 2012
Uma taxa que não é um imposto
Coube à aprumada e cristã Assunção anunciar mais uma medida de austeridade, a taxa alimentar, - a tal que é uma taxa, mas não é um imposto - disfarçada sobre a forma de castigo aos grandes distribuidores. A factura vai parar aos de sempre nas idas ao supermercado. O povo é sereno e, segundo acha o governo, eternamente paciente e manso.
Momentos para recordar
A par da Feira do Livro, apesar de correr o risco de sair de lá molhado, decorre desde hoje no Museu da Electricidade, este espaço pelo menos é coberto, mais uma edição da World Press Photo. A não perder.
Importa-se de repetir?
«Este programa de ajustamento é bem entendido pelos portugueses», Vítor Gaspar, ministro das Finanças, no Parlamento, TVI24, 26 Abril 2012
25 abril, 2012
Cravos, gravatas e outros artificialismos
Os cravos e a cor das gravatas alimentaram a especulação jornalística durante as celebrações do 25 de Abril. Coincidência ou não, foram muitos os deputados sociais-democratas e até membros do governo que traziam o cravo vermelho na lapela. O Relvas, para ser diferente, trazia uma gravata verde, fiel ao apelido. Perante tanto artificialismo e plasticidade dos filhos do 25 de Abril, só valeu mesmo a interpretação de Paulo de Carvalho.
A "voz" para a "música"
Excelente ideia da comissão que organizou as comemorações do 25 de Abril no Parlamento. Um grupo de cantares alentejano interpretou «Grândola, Vila Morena», enquanto Paulo de Carvalho cantou sem rede, dentro do hemiciclo, a "música" da revolução, «E depois do Adeus». Até o deputado do CDS, Adolfo Mesquita Nunes, foi apanhado a cantarolar. Grande momento. Para mais tarde recordar.
Um PR desorientado
Confesso que escasseiam as palavras para qualificar os discursos de Cavaco. O registo do Presidente vai a pique. Hoje deu-lhe para falar dos portugueses excelentíssimos, em vez de meter o dedo na ferida. Quando mais precisávamos de um chefe de Estado interventivo, parece que só nos resta a frustração de ter em Belém um político desorientado e «refém» do apoio recebido pelo seu partido na eleição para o segundo mandato.
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