Andava eu de volta de alguma papelada de arquivo, quando me deparo com uma entrevista do Álvaro, concedida ao DN a 20 de Março de 2009. A propósito do seu livro, «O Medo de Existir», o então professor de Vancouver dizia que «na economia, devíamos ser todos do Sporting». Como se justificava fui ver a resposta completa: «Mesmo quando o nosso clube perde ou quando fica anos sem ganhar o campeonato (como aconteceu com o Sporting, 18 anos) não perdemos a fé e mudamos de clube. Porque é que deixamos de acreditar na nossa economia e em Portugal quando temos 7 ou 8 anos de menos sucesso?». Isto dizia o Álvaro há dois anos e meio. Será que ele quer que todos acreditemos que existe Pai Natal e que para o ano é que é?
25 dezembro, 2011
Para o ano é que é!
Andava eu de volta de alguma papelada de arquivo, quando me deparo com uma entrevista do Álvaro, concedida ao DN a 20 de Março de 2009. A propósito do seu livro, «O Medo de Existir», o então professor de Vancouver dizia que «na economia, devíamos ser todos do Sporting». Como se justificava fui ver a resposta completa: «Mesmo quando o nosso clube perde ou quando fica anos sem ganhar o campeonato (como aconteceu com o Sporting, 18 anos) não perdemos a fé e mudamos de clube. Porque é que deixamos de acreditar na nossa economia e em Portugal quando temos 7 ou 8 anos de menos sucesso?». Isto dizia o Álvaro há dois anos e meio. Será que ele quer que todos acreditemos que existe Pai Natal e que para o ano é que é?
Duas cidades, dois métodos
Esperança só mesmo na gravata
O Primeiro-Ministro só preciso de 5 minutos para desejar as boas festas aos portugueses. Passos não ousou comprometer-se com qualquer previsão de recuperação para os tempos mais próximos. Mais do mesmo, reformas, sacrifícios e coisas parecidas, e tempo de antena ocupado. Mais valia ter mandado um e-mail para todos os portugueses com acesso à internet. Como única nota iconográfica a registar, a gravata verde, o tom da esperança, e uns espartanos efeitos natalícios em fundo. Nem uma árvore de Natal em S. Bento. É a austeridade.
24 dezembro, 2011
Postal de Natal
Pai Natal Oliveirinha
O Pai Natal, «Joaquim Oliveirinha», entrou esta manhã pelo hospital de Santa Maria com uma grande prenda: os pacientes acamados nos hospitais públicos portugueses vão passar a ter SportTV nos seus quartos. Diz o empresário que assistir aos jogos de futebol pode ser uma forma de melhorar a recuperação das suas maleitas. «Sempre é melhor do que está a olhar para as paredes», disse o Oliveirinha. Não se sabe é se o dono da Global Notícias acautelou eventuais rixas entre adeptos mais radicais nas enfermarias dos hospitais nacionais. Será melhor avisar a polícia?
23 dezembro, 2011
Sai um bacalhau para o quarto do Eusébio
Confesso que tirei um peso da cabeça. Eusébio recupera e já pediu aos médicos a ementa para a noite de consoada: Bacalhau. Segundo fonte que bebe do fino, estão expressamente proibidas garrafas de qualquer bebida alcoólica no quarto do «pantera negra», nem mesmo mediante avultado suborno a algum auxiliar médico. Quem cair em tentação, será despedido.
O facebookiano S.S.
Está a fazer furor a estreia facebookiana do ex-ministro Augusto Santos Silva. No post de hoje o socrático revela os seus desejos para o próximo ano:Pai Natal, por favor, pensa em nós quando tratares das tuas prendas. Oferece:
1. Uns tacões de 20 cm aos chefes de estado e de governo da União Europeia, para ver se ficam um bocadinho mais à altura das circunstâncias.
2. Um suplemento vitamínico a Barack Obama, para ele aproveitar a reeleição para liderar uma resposta a sério à crise mundial.
3. Uma pequena dose de sensatez a François Hollande, para ele não deitar por terra a oportunidade de a esquerda regressar à presidência francesa.
4. Umas chuteiras tortas aos avançados da selecção portuguesa de futebol, para ver se acertam na baliza no Europeu de 2012, que de outra forma está visto que não conseguem.
5. Escusas de oferecer a RTP ao Miguel Relvas, que ela já a trata como propriedade sua e poucos parecem incomodar-se.
22 dezembro, 2011
A tradicional cerimónia de hipocrisia democrática
A tradicional cerimónia de troca de cumprimentos de bom ano entre o governo e o Presidente da República é um dos mais trágicos exercícios de hipocrisia da nossa democracia. Mesmo que não se gramem, os representantes de Belém e S. Bento são obrigados a posar para a fotografia, apertar as mãos e até falar sobre as previsões meteorológicas. Com ou sem cooperação estratégica.
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