Reviravolta no caso do estripador de Lisboa. Parece que tudo não passou de uma mentira inocente do filho de José Guedes para entrar na Casa dos Segredos. Onde o nível de elevação da nação vai: já se mete o próprio pai na cadeia para entrar num concurso. A experiente Felícia Cabrita é que comprou gato por lebre. Ela é que foi «estripada», jornalisticamente falando.
05 dezembro, 2011
Estripada e descredibilizada
Reviravolta no caso do estripador de Lisboa. Parece que tudo não passou de uma mentira inocente do filho de José Guedes para entrar na Casa dos Segredos. Onde o nível de elevação da nação vai: já se mete o próprio pai na cadeia para entrar num concurso. A experiente Felícia Cabrita é que comprou gato por lebre. Ela é que foi «estripada», jornalisticamente falando.
Eu quero um ministro chorão!
Com o coração a sangrar, Elsa Fornero, ministra do trabalho italiana, não conteve o choro quando anunciava ao país o plano de ajustamento duríssimo do governo Monti em termos da idade de reforma. Eu também quero um ministro assim. Nem que seja preciso trazer cebola para fazer chorar o Álvaro na próxima conferência de imprensa na Rua da Horta Seca. Morreu o «doutor» Sócrates
A notícia do dia, que acabou por não ser, e sobressaltou boa parte dos portugueses empobrecidos foi a «morte de Sócrates». Não é esse que estão a pensar. É o Sócrates, antigo jogador do escrete canarinho. O «Doutor», como era conhecido, por causa da sua formação em Medicina. Quis o destino que a morte do ex-futebolista coincidisse com o dia em que o «seu» Corinhtias voltou a ser campeão no «brasileirão». A dedicatória, punho direito erguido, antes do pontapé de saída só podia ter um destinatário.03 dezembro, 2011
Cêntimos para o «migalheiro»
Já se sabia que se não mudássemos o estilo de vida a bem, tal iria ser feito a mal. À bruta, utilizando uma linguagem do povo. Hoje, numa reportagem televisiva, ouvi falar uma prudente mãe que tinha comprado mealheiros para casa e, há minutos, num posto radiofónico, escutei o anúncio de uma entidade bancária que também falava da «caixa forte» dos mais pequenos. Poupar é a palavra de ordem. É o regresso dos «porquinhos». Sem martelo incorporado, porque não há margem para resgates rápidos.
A cartilha política
O «ministro dos aventais» foi ao congresso das freguesias e ouviu do bom e do bonito sobre o seu «livro verde» (e que grande sportinguista é Miguel Relvas) que defende a extinção de muitas estruturas do poder local. Relvas lá falou e no fim justificou que o barulho foi «gerado e estimulado». Só não quis é dizer por quem. Defendeu-se com o argumento que não é «comentador político». Moral da história: estes políticos mentem, uns mais, outros menos, de resto, não restam dúvidas que aprendem todos pela mesma cartilha.
Ó Elvas, ó Elvas, não há crise à vista
Li ontem numa «breve» de um jornal que agora não recordo, que as câmaras estão de tanga, sem dinheiro para iluminações de Natal, mas há sempre as que salvam a honra do convento. Então, o prémio da desfaçatez vai direitinho para Elvas, para o «dinossauro» Rondão de Almeida, há «523 anos» a liderar o concelho raiano. O socialista afirma que Elvas tem iluminações, porque não tem dívidas. «Cá faz-se e paga-se», afirma o camarada. Grande homem!
Natal à luz da vela
Grupo de forcados amadores do Moita Flores
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