Primeira viagem oficial do Papa dos sapatos graciosos à sua Alemanha Natal. Nem aqui Bento XVI se livra dos protestos. Um dos momentos mais esperados é o encontro com o mayor de Berlim, divorciado e homossexual assumido. O tal que disse que a capital germânica «é pobre, mas é sexy». Sua Santidade é uma verdadeira open mind.23 setembro, 2011
O Papa open mind
Primeira viagem oficial do Papa dos sapatos graciosos à sua Alemanha Natal. Nem aqui Bento XVI se livra dos protestos. Um dos momentos mais esperados é o encontro com o mayor de Berlim, divorciado e homossexual assumido. O tal que disse que a capital germânica «é pobre, mas é sexy». Sua Santidade é uma verdadeira open mind.A empregada que limpava demais
Era só o que faltava. O «Público» revela que uma mulher da limpeza «limpou» um computador e diversos telemóveis de inspectores das instalações da PJ na Alexandre Herculano, em Lisboa. Mas como nunca se deve voltar ao local da crime, uma das suspeitas foi detida na sexta-feira. Já não há respeito pela autoridade, nem na sua própria casa.Jardim confia no Continente
Curiosidade deliciosa
Está a ser pitoresca a digressão açoriana do Presidente aos Açores. Depois das anonas e das vaquinhas, hoje foi a vez do repórter Ferrão ter descoberto que o cozinheiro que confeccionou o almoço de hoje a Cavaco tinha trabalhado com Saddam Hussein durante 5 anos. Ferrão interrogou o próprio Presidente sobre a curiosidade, mas Cavaco zarpou a tempo, provavelmente com medo de ser apanhado com a boca cheia.
21 setembro, 2011
A frase do dia
20 setembro, 2011
Passos e a clareza meridional
Nesta coisa das entrevistas políticas, há sempre os indefectíveis e os bota-abaixo. Mas confesso que fiquei de olhos em bico ao ouvir Maria João Avilez, no limiar da histeria, confessar a sua admiração pela soberba prestação do Primeiro-Ministro na entrevista à RTP 1, ainda pública, considerando mesmo estarmos perante o nascimento de um «caso político». Uma espécie de «a new star has born». Na verdade, o Pedro apenas disse o óbvio ao afirmar que não metia os pés na Madeira, mas nunca falou em penalizar o prevaricar Jardim e a sua pandilha pela ocultação da massa. O resto da charla com Vítor Gonçalves foi mais do mesmo. Vamos cortar em 2012, 2013 e 2014, só não digo é bem onde, a não ser na saúde onde qualquer dia nem uma ambulância do 112 há para vir buscar uma pessoa a casa. Ou então, haja o que houver, as contas vão ficar em ordem, nem que a economia fique cadavérica. Já para não falar do desemprego. Nem uma palavra. Imaginem Passos Coelho na pele de um cirurgião que tenta salvar um paciente chamado Estado. A situação é crítica, mas o «sapateiro» Primeiro-Ministro, agora na pele do cirurgião, prefere cortar as duas pernas do doente, em vez de lhe prescrever um tratamento gradual e adequado. Ao outro chamavam-lhe determinado este, ao que parece, é claro e corajoso. Nós é que continuanos iguais, na merda.
Tragam palhaços, acrobatas e um advogado
Como o meu chapéu se o diretor do jornal «I», António Ribeiro Ferreira, não bater com os costados no tribunal para responder a uma queixa por difamação que lhe irá ser interposta por Alberto João Jardim. O editorial de hoje é assim a modos de picante e muito apalhaçado. Aqui vai só um cheirinho: «O palhaço Jardim, com ou sem máscara, goza com tudo e com todos porque sabe que é impune e está protegido de leis e poderes. O líder madeirense sabe como ninguém que não passa de um palhaço numa corte de palhaços. E por isso ri-se alarvemente na cara de Passos Coelho e de Cavaco».
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