Fonte que bebe do fino e está sempre atenta à deambulação de «notáveis», informa-nos que hoje, pela hora do almoço, a Avenida da Liberdade estava a fervilhar. Na cerveja «Quebra Mar» dois técnicos do FMI entravam de traje informal e com os seus respectivos portáteis para um merecido almoço, após mais uma manhã a sofrer com as contas portuguesas. Não muito longe dali, circulava José Sarney, o ex-presidente brasileiro, acompanhado por uma nutrida «galera».
16 abril, 2011
Avenida dos notáveis
Fonte que bebe do fino e está sempre atenta à deambulação de «notáveis», informa-nos que hoje, pela hora do almoço, a Avenida da Liberdade estava a fervilhar. Na cerveja «Quebra Mar» dois técnicos do FMI entravam de traje informal e com os seus respectivos portáteis para um merecido almoço, após mais uma manhã a sofrer com as contas portuguesas. Não muito longe dali, circulava José Sarney, o ex-presidente brasileiro, acompanhado por uma nutrida «galera».
A frase do dia
Maus vícios
O «Zé Beto» leva umas semanas em Queluz, mas ainda não largou os tiques governamentas entranhados da Marechal Gomes da Costa, na RTP. Segundo o »CM» circulou um e-mail na redacção da TVI proibindo jornalistas e técnicos de utilizarem as imagens em que Sócrates faz o teste do teleponto com o seu assessor, o Luís. O tal do «fico melhor assim, ou assim?». O director de informação da TVI ainda não perdeu os maus vícios e o seu principal sonho deve ser entrevistar o secretário-geral do PS na noite do dia 5 de Junho como grande vencedor eleitoral. Mas como sonhar (ainda) é gratis, o melhor é ficar-se pelo sonho...
15 abril, 2011
14 abril, 2011
Nação valente e imortal
Tirando o facto de estarmos quase na bancarrota, o tempo está de Verão na Primavera, elas já andam bem «descascadas» pelas ruas e as mini-férias da Pascoa chegam já para a semana. A cereja no topo do bolo é o épico apuramento de três equipas portuguesas para as meias-finais da Liga Europa e uma previsível final lusa em Dublin, em meados de Maio. Que se lixe o FMI. Que mais podemos desejar?
Quem tem ética arrisca-se a ser despedido
Ser jornalista é uma profissão de alto risco. Já não bastava a ameaça de levar o balázio de um sniper em cenário de guerra, agora também pode acontecer ser posto no olho da rua por um qualquer tiranete. Aconteceu à jornalista Sofia Branco da Agência Lusa. Negou-se a redigir e/ou editar uma declaração do grande chefe da tribo de S. Bento que lhe foi ditada ao telefone por um assessor do próprio. Provalmente o Luís, o tal do «Estou melhor assim, ou assim»? O director Viana, um dos comissários políticos do governo nos «media», demitiu a profissional por «quebra de confiança». Pelos vistos na Lusa é um valor que prevalece em relação à ética profissional.
Estes tipos do FMI são uns mão largas!
O «furo» jornalístico do dia foi conseguido pelo Diário de Notícias que conseguiu o exclusivo mundial de entrevistar o taxista que levou a primeira comitiva de «abutres» do aeroporto para o Hotel Tivoli. Aurélio Carvalho, o nome do «fogareiro», confessa não ter percebido grande coisa da conversa em inglês que os dois inspectores do FMI mantiveram durante o trajecto até ao centro da cidade, mas não esconde o seu regozijo por a corrida ter custado 9,35 euros e os cavalheiros terem deixado ficar uma nota de 10 euros. Uma gorjeta de 65 cêntimos e já vais com sorte!
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