13 abril, 2011

Gatos, rabos e esqueletos

O Pedrinho anda com queda para a gafe. A do gato escondido com o rabo de fora ainda passa, agora a de tirar os esqueletos do armário, não me pareceu muito apropriada e até pode ferir algumas suceptibilidades. A ver se o putativo primeiro-ministro da nação modera a sua fervilhante ingenuidade. É a tal idade da inocência.

A frase do dia

«Se soubesse como o País ia ficar, não fazia a revolução», Otelo Saraiva de Carvalho, em entrevista à Agência Lusa, a propósito do lançamento do livro «O Dia Inicial», 13 Abril 2011 Excerto da entrevista

Roubo-te um beijo, depois de roubado é meu

É interminável a imaginação para decretar «dias de». Hoje fiquei a saber, logo pela fresca, que se celebrava o Dia Internacional do Beijo. Uma psicóloga de ar viçoso defendeu na RTP-1 que a malta deve andar para aí a rouber «chochos» como forma de prevenir depressões e queimar calorias. Se a moda pega, é o fim dos psicológos e dos ginásios. Mas vendo bem o conselho até é bem necessário. Mais vale ser activo do que passivo. Assim como assim já andamos a ser "sodomizados" há tanto tempo... Oiçam o André Sardet e tenham paciência. http://www.youtube.com/watch?v=GAgrInqer74

Traduzindo por miúdos significa que estamos na bancarrota, certo?


12 abril, 2011

«Abutre» persegue «abutre»

Fizeram uma figura de totós e patetas os jovens jornalistas que os caros editores das estações de televisão enviaram, desde bem cedinho, para a porta do Ministério das Finanças e para as chegadas da Portela. Pareciam uns «abutres» atrás dos «abutres» do FMI que aterraram cá para nos roer os ossos. Ou seja, os «abutres» à caça dos «abutres». Não sei se me fiz entender, mas é mórbido, lá isso é.

Tempos modernos

Recente companheiro da árdua e exigente vida de blogger, o Nuno Ivo tem dado forte e feio na «política à portuguesa», à luz da sua conceptualização muito própria de entender o espectro político-partidário. Nos seus «Tempos Modernos», o Ivo já arranjou forma de retaliar aos que resistem em emprestar-nos dinheiro: «aos suecos deixamos de comprar filmes para adultos» e aos «alemães pomos os submarinos à porta». Uma ideia imaginativa, como o nosso Presidente tem suplicado. Aqui fica a sugestão de leitura: http://temposmodernos.blogs.sapo.pt/

Fora de moda

Não sei se é por causa da onda de separações e divórcios que varre a sociedade, mas tem sido uma tendência crescente, claramente plasmada na capa das revistas «del corazón»: a ruptura começa a impor-se ao final feliz. O casamento vende cada vez menos. Verdade seja dita, a imprensa pink «dá o traseiro e oito tostões» por uma separação e um funeral. O matrimónio está francamente demodé. Dentro de 15 dias casam William e Kate em Londres e o estrilho não vai ser nem metade do que se viu no início dos 80's no enlace de Carlos e Diana. Outros tempos...

Muito original