Independentemente das suas qualidades técnicas de estratega, Jorge Jesus é um arruaceiro profissional. Especialmente no fim dos jogos. O pormenor de tirar a pastilha da boca, e voltar a metê-la logo a seguir, para insultar os adversários é deliciosamente porco. Ainda corre contra si um inquérito relativamente aos incidentes no jogo com o Nacional , no final de Janeiro, e hoje Jesus voltou a meter-se em alhadas, com empurrões e insultos à mistura para os jogadores do Marítimo. Felizmente, que o Benfica «está com uma carença (sic) muita (sic) forte» e já soma 17 vitórias consecutivas. Graças a... Jesus!
27 fevereiro, 2011
Profissão: Arruaceiro profissional
Independentemente das suas qualidades técnicas de estratega, Jorge Jesus é um arruaceiro profissional. Especialmente no fim dos jogos. O pormenor de tirar a pastilha da boca, e voltar a metê-la logo a seguir, para insultar os adversários é deliciosamente porco. Ainda corre contra si um inquérito relativamente aos incidentes no jogo com o Nacional , no final de Janeiro, e hoje Jesus voltou a meter-se em alhadas, com empurrões e insultos à mistura para os jogadores do Marítimo. Felizmente, que o Benfica «está com uma carença (sic) muita (sic) forte» e já soma 17 vitórias consecutivas. Graças a... Jesus!
Tudo sob controlo
Desempregado de luxo
Sem saber ler nem escrever, Paulo Sérgio fica no desemprego mas leva 500 mil euros de indemnização para a sua conta bancária. O Sporting é, de algum modo, o espelho do desgoverno que reina no país de vários anos a esta parte. Uma gestão financeira e desportiva perfeitamente ruinosa. O mais grave é que dos candidatos que se perfilam para a sucessão do desastrado Bettencourt, nenhum deles galvaniza quem quer que seja. Os netos do Visconde parecem estar alheados da crise. Como dizia João Pinto, o antigo número 2 do FC Porto, é o mesmo que estar à beira do abismo e dar o passo em frente.
Para o «Guiness» da incompetência
26 fevereiro, 2011
«Bloco do PS»
À atenção do departamento de correspondência da SIC-Notícias: um convite enviado para o ex-assessor parlamentar do PS, António Colaço, veio dirigido ao «grupo parlamentar do Bloco do PS». Uma gaffe lamentável e que dificilmente acontecerá no actual cenário político. Louçã e Sócrates jamais se entenderiam na escolha de um vinho para o jantar, quanto mais para a formação de um governo conjunto.
25 fevereiro, 2011
A malta cá é mais bolos...
Enquanto por cá o Sócrates anda a brincar aos carrinhos eléctricos, no país vizinho os governantes, que curiosamente também são socialistas, mas pelos vistos de consciência algo mais ecológica, estão a fazer pela vida para antecipar um eventual choque petrolífero. A partir de 7 de Março os senhores automobilistas espanhóis não podem circular a mais de 110 kms/h na auto-estrada e descem os preços de alguns transportes públicos para desincentivar o uso do automóvel. Com a crise nos países árabes a inflacionar os preços, há governos que estão a reagir ao soar das primeiras sirenes. Que nos sirva de exemplo. Apetece dizer como Sócrates no início do seu mandato: «Espanha, Espanha, Espanha».
24 fevereiro, 2011
Disfarce perigoso
Está a gerar debate e polémica o expediente usado pela PSP para deter o sequestrador do Multibanco na dependência do BCP no Porto. Um agente policial disfarçou-se com um colete do INEM e entrou na sucursal, alegadamente para tratar de um ferimento da vítima. O inexperiente larápio deixou-se capturar e ficou em prisão preventiva. Técnicas são técnicas e tácticas são tácticas, mas confundir um médico com um polícia é, no mínimo, um precedente perigoso. Este, por acaso, até teve final feliz. E se não tivesse?
O homem dos carrinhos do Monte
No outro dia vi uma foto de uma manifestação de pescadores em Faro em que um cartaz dizia isto: »Sócrates calça as botas e vem viver da pesca». O homem de facto merecia, mas preferiu dar uma «mãozinha» à Madeira na inauguração da Bolsa de Turismo de Lisboa. Se em vez do fato e da gravata, lhe vestissem uma camisa branca meio encardidada, passava bem por um daqueles homens que empurra os carrinhos do Monte até ao Funchal. Só lhe faltava uma «Coral» na mão.
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