Para um Governo que pode apenas sobreviver 2 anos e com pouco margem para encentar grandes reformas, está bom assim, terá pensado José Sócrates. Uma ex-sindicalista, uma pianista, uma escritora de livros juvenis e um adepto do investimento público. Estes são os perfis dos novos ministros do Trabalho, Cultura, Educação e Obras Públicas do governo socrático. Oito caras são novas, as restantes oito são demasiado velhas. Há mais mulheres, mas a pandilha que rodeia o grande líder é a mesma. Lacão nos Assuntos Parlamentares é uma escolha pouco ambiciosa. Santos Silva na Defesa, depois de já ter passado pela Educação, Cultura e Asssuntos Parlamentares, dá vontade de rir. O homem é tão polivalente que qualquer dia faz uma perninha no putativo ministério das rendas de bilros e dos tapetes de Arroiolos.22 outubro, 2009
Para dois anos, está bem assim
Para um Governo que pode apenas sobreviver 2 anos e com pouco margem para encentar grandes reformas, está bom assim, terá pensado José Sócrates. Uma ex-sindicalista, uma pianista, uma escritora de livros juvenis e um adepto do investimento público. Estes são os perfis dos novos ministros do Trabalho, Cultura, Educação e Obras Públicas do governo socrático. Oito caras são novas, as restantes oito são demasiado velhas. Há mais mulheres, mas a pandilha que rodeia o grande líder é a mesma. Lacão nos Assuntos Parlamentares é uma escolha pouco ambiciosa. Santos Silva na Defesa, depois de já ter passado pela Educação, Cultura e Asssuntos Parlamentares, dá vontade de rir. O homem é tão polivalente que qualquer dia faz uma perninha no putativo ministério das rendas de bilros e dos tapetes de Arroiolos.Show linguístico e de bola
Mais um show de bola do Benfica num final de tarde europeia. 5-0 ao Everton para mais tarde recordar. A equipa joga, dá espectáculo e o treinador está nas graças dos sócios. Jorge Jesus, para além da habilidade na condução de homens, tem demonstrado menos perícia no domínio do português. Depois da deliciosa tirada das «questões do forno interno», o técnico encarnado saiu-se hoje no flash interview com um «super sumo», em vez do correcto «supra-sumo». Menos grave que a do forno, mas certo é que Jesus está a precisar de uma reciclagem na língua de Camões. Sugere-se ao director de comunicação, João Gabriel, um às a redigir comunicados à martelada, que dê umas explicações ao «God» benfiquista no final das sessões de treino. 21 outubro, 2009
Mais um que parte
Informa o «CM», em notícia discreta, que o «Semanário» acabou. Mais um título, há muito moribundo, que sucumbe. Parece que os tais investidores-mistério se cansaram de vez. Durou 26 anos e por lá passaram grandes nomes da política e do panorama jornalístico. Nos últimos tempos transformou-se num jornal pouco credível, recheado de cenários e especulações, uma autêntica central de recados, e que vivia à sombra da revista de social, a «Olá», que fazia as delícias dos tios e das tias de Cascais. O último grande «furo», ignorado por quase todos, aconteceu há poucos meses, quando foi o primeiro jornal a noticiar o caso das alegadas escutas entre Belém e S. Bento. Paz à sua alma.20 outubro, 2009
«Malhar» nos alunos
O ministro S.S. pode continuar ministro, rumando de S. Bento à 5 de Outubro, casa onde já esteve. É o rumor que corre na blogosfera.Os custos da República
Dizem que o novel site das comemorações do centenário da República custou cerca de 100 mil euros e foi adjudicado, ao que consta, sem concurso, ao designer Henrique Cayatte, personalidade próxima das relações socialistas. Os dislates de Don Saramago
O eurodeputado social-democrata Mário David (quem é?) exortou hoje o escritor José Saramago a renunciar à cidadania portuguesa por se sentir “envergonhado” com as recentes declarações do Nobel da Literatura sobre a Bíblia. Este cavalheiro, conhecido no mundo diplomático por ser um dos conselheiros de Durão Barroso, teima em dar importância a declarações recorrentes do nobelizado escritor, que até o Vaticano «chuta para canto», que só têm razão de ser por causa do lançamento do seu mais recente livro, «Caim». Saramago mantém-se português no «BI», mas no meio dos negócios é espanhol de pleno direito, e reconhecido e adoptado enquanto tal por nuestros hermanos, desde que se exilou na vulcânica ilha de Lanzarote.
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