É a loucura em Cuba. O governo de Raúl Castro permitiu aos cubanos aceder, sem restrições, ao uso de telemóvel. Nos últimos dias abriram 30 lojas e os cubanos estão fascinados a olhar para os aparelhinhos mágicos. Só há um senão: um ordenado médio na ilha de Fidel dá para manter 38 minutos de conversa telefónica. Pede-se contenção...15 abril, 2008
A febre do telemóvel
É a loucura em Cuba. O governo de Raúl Castro permitiu aos cubanos aceder, sem restrições, ao uso de telemóvel. Nos últimos dias abriram 30 lojas e os cubanos estão fascinados a olhar para os aparelhinhos mágicos. Só há um senão: um ordenado médio na ilha de Fidel dá para manter 38 minutos de conversa telefónica. Pede-se contenção...Sócrates, quieres contestar solo a una perguntita?
A televisão pública espanhola tem um programa ideal para o nosso Primeiro-Ministro. Chama-se «Tengo una pergunta para usted». Zapatero, Rajoy e hoje o seleccionador espanhol, Luis Arangonés, são alguns dos que aceitaram o repto da TVE. Sem rede, sem combinações, submetem-se às questões de 60 cidadãos anónimos presentes nos estúdios. Era o bom e o bonito ver Sócrates a suar as estopinhas para se safar de questões tão «sencillas» como: O que é o plano tecnológico? Onde estão os 150 mil empregos que prometeu? Quer explicar como tirou a licenciatura na Independente? A notícia do meu internamento foi um manifesto exagero
O "Expresso" online noticiou à hora do almoço que Pinto da Costa estaria no Hospital da Luz, depois de ter sido acometido de um enfarte. O presidente do FC Porto desmentiria esta versão, em declarações ao "Sol" online, no seu registo habitual: «Na verdade, estava a caminho das urgências, quando passei pela morgue e vi que lá estava grande parte do Benfica. Aí, melhorei e vim embora». Campeão das manchetes desmentidas ao sábado na sua edição em papel, o «Expresso» dirigido pelo «Petit Larousse», Henrique Monteiro, segue agora no mesmo ritmo na internet. Ainda por cima envolvendo questões de saúde. Por este andar, qualquer dia quem sofre um «treco» é o Balsemão.Classificados anti-Governo
Em Setembro de 2005, cinco meses depois de o Executivo socialista ter tomado posse, um cidadão de seu nome Rogério Guimarães pagou do seu bolso um anúncio no jornal «Público», pedindo desculpas a todos os democratas por ter contribuido com o seu voto para a eleição deste Governo. Em Abril de 2008, quantas páginas de classificados precisaríamos para encaixar anúncios desta natureza?14 abril, 2008
Expressamente para provocar
Outros valores se levantaram. E fortes. Não queria, mas volto ainda hoje ao tema do «sr. Jardim». Henrique Monteiro, o director do «Expresso» disse há minutos na SIC-Notícias que «há défice democrático na Madeira» e que as declarações exóticas que o presidente do governo regional profere «dependem da hora» (sic) e «à noite há atenuantes» (sic). Depois apelidou, subrepticiamente o líder madeirense de «louco», citando uma frase de Samuel Becket. Se Jardim não reparou, alguém lhe irá dizer. Nós ouvimos.Os loucos da Madeira
Confesso que hoje não estou com paciência para gastar as preciosas tedclas do meu computador a falar do dislates do «sr. Jardim» e do «bando de loucos» que, segundo o próprio, tem assento no parlamento regional. Curiosamente, a maioria dos deputados com lugar cativo no hemiciclo insular, os tais «loucos», são...do PSD-Madeira. Prometo voltar ao assunto nos próximos 5 dias, período em que decorre a visita ao arquipélago do «sr. Silva». Haverá muito para escrever.O episódio da Câncio já cansa
O PSD continua a arder em fogo lento. O episódio da namorada do Primeiro-Ministro está a contribuir para aumentar as labaredas. A direcção laranja considerou hoje inaceitável a participação de Fernanda Câncio num programa do canal 2 da RTP alegando que a jornalista do "DN» faz jornalismo de intervenção favorável ao PS e insulta o PSD. Através de um comunicado, o inefável Ribau Esteves, questiona "qual seria a reacção dos analistas do costume se a mulher ou companheira de um primeiro-ministro do PSD insultasse o líder da oposição socialista nos jornais ou lhe fosse atribuída a responsabilidade de produzir um programa na televisão pública". Ler isto, faz lembrar o eterno jogo da vitimização de Santana Lopes. E há outra coisa: escaranfuchar na vida pessoal dos adversários políticos já não dá votos. Lembrem-se do Santana e da sua maldosa referência aos «outros colos» de Sócrates.
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