23 maio, 2012

A «Palestina» é já ali ao lado

O Benfica quebrou a hegemonia do FC Porto na modalidade do lançamento ao cesto. No final, antes da entrega dos troféus, choveram moedas, pedras e cadeiras, no seguimento de algumas provocações. A polícia entrou em acção. A «intifada» habitual entre dragões e águias, que começa a ganhar contornos de crónica. Afinal, a «Palestina» pode ser já ali ao lado. Não sei se já pensaram em realizar estes jogos à porta fechada. O que o país poupava em dispositivo policial mobilizado já dava para alimentar muitas bocas.

Relax, dont do it!!!

Leio naqueles rodapés noticiosos que o PCP quer acabar com os anúncios de apelo à prostituição nos jornais, também chamados de «Relax», que, como se sabe, ainda são uma fonte de sustento para muitos e bons jornais, nomeadamente o «Correio da Manhã», denominado nos meandros obscuros como a «Bíblia das meninas». Sinceramente isto já está bera, agora os comunas querem dar cabo do negócio das donzelas e dos jornais. Que raio de ideologia é esta, hum? Será que o Marx era contra?

22 maio, 2012

A frase do dia

«Acho que se estivéssemos seis meses todos calados, não criássemos mais problemas do que os que já existem e deixássemos as coisas correr, daqui a seis meses, trabalhando, veríamos que as coisas até evoluíram melhor do que o que pensámos", Marques dos Santos, Reitor da Universidade do Porto, Jornal de Notícias online, 22 Maio 2012

Sindicato dos Trabalhadores do Gamanço

A polícia não quis saber durante as investigações(?), mas um tal Perkins, antigo administrador do Freeport, disse hoje em tribunal que José Sócrates recebeu 200 mil euros, quando era ministro do Ambiente, para aprovar o licenciamento da margem sul do Tejo. O mesmo indivíduo confirmou que o ex-Primeiro Ministro tinha o nome de código de «Pinóquio». Com medo que o descobrissem, Sócrates pegou nos tarecos e rumou a Paris. Os artistas do gamanço andam, até Duarte Lima, literalmente à solta.

Bacalhau de molho em tribunal

A PSP deteve em Famalicão um serralheiro, de 37 anos, que tentava sair de um supermercado sem pagar duas embalagens de bacalhau que escondeu debaixo do casaco, informou esta terça-feira aquela força, in Correio da Manhã Online, 22 Maio 2012

Odisseia a bordo do 726


Realmente há dias em que não se pode sair de casa…de autocarro. Fiel utilizador dessa «toupeira» da cidade de Lisboa chamada Metropolitano, decidi, em má hora, arriscar uma incursão alternativa nos «amarelos» da Carris, onde há muito não entrava. Optei pelo 726, que passa na Pontinha, relativamente próximo da minha casa. Homem prevenido, madruguei, não estava era a contar com meia hora de espera e uma hora em trajecto errático pelas ruas da capital até ao meu trabalho. O que se faz em 25 minutos de Metro, demorou 95 minutos. Não está mal. Contudo, valeu pela experiência antropológica que bebi ao longo do percurso. Desde uma cachopa, que não devia ter mais de 14 anos, de coração destroçado, a perguntar ao namorado: «Voltas para mim?», até um tipo com um ar de empregado de restaurante «nepalês/tandori e italiano também»  que me «assediou» de tal maneira que pensei que me ia tirar a carteira  do bolso das calças, que eu agarrava como se fosse a minha vida, até aos desesperados pedidos dos utentes para o desgraçado homem do volante: «Sr. motorista, abra a porta», «Sr. motorista, abra o ar condicionado, estamos a respirar o ar uns dos outros», «não empurrem». Como fiquei mesmo ao lado do funcionário da Carris, de nacionalidade brasileira, ouvi-o amaldiçoar a sua vida face ao que se passava na apinhada viatura a seu cargo: «Fod….qualquer dia mudo de profissão!», bramou ele, bufando e não escondendo o seu enfado. A odisseia terminou. Lá piquei o ponto, com 10 minutos de atraso, ou a chamada tolerância académica, dirão outros. Certo é que da próxima vez que comer sardinha em lata, vou ter mais respeito. É certo que resisti. Mas não repito. Da próxima vou de táxi.

21 maio, 2012

Craig, Daniel Craig



Já está disponível a «traila», obrigado Lauro Dérmio, de «Skyfall», a nova aventura do agente secreto mais famoso do planeta, uma vez mais na pele de Daniel Craig. Está visto que o homem pegou de estaca.

A estreia da «Juliane Moore» do Eliseu

Que me desculpem as senhoras que não concordem, mas a primeira dama francesa tem um «Je ne sais quoi» que ainda estou a aferir. Tem um estilo muito Juliane Moore, uma actriz na primeira linha das minhas preferências. Ao lado de Michelle Obama, durante os habituais momentos «chá das 5» para as mulheres dos líderes políticos, mademoiselle Valerie Trierweiler (o nome é que estraga tudo!) acenou para as repórteres, sedendos de uma fotografia da jornalista do «Paris Match», por quem Hollande se perdeu de amores. Assim à primeira vista ninguém dá nada pelo novo inquilino do Eliseu, mas sabendo-se que a mãe dos seus 4 filhos é a sempre interessante Segolene Royal, há que perguntar: Onde esconde os seus encantos monsieur François?