Numa altura em que tanto se fala de reabilitação de imóveis, aponte-se o exemplo de degradação de uma obra de arte urbana chamada Pavilhão de Portugal, da autoria de Siza Vieira, praticamente há 13 anos ao abandono, se exceptuarmos uns baptizados e casamentos que por lá se realizaram. As ideias foram muitas (nomeadamente albergar a sede do Conselho de Ministros), mas nenhuma se concretizou. Os turistas admiram do exterior a obra, perguntam se podem entrar e a resposta é negativa. Uma bela metáfora nacional. Ainda por cima baptizado com o nome do País. Porca miséria.
19 novembro, 2011
Uma metáfora nacional
Numa altura em que tanto se fala de reabilitação de imóveis, aponte-se o exemplo de degradação de uma obra de arte urbana chamada Pavilhão de Portugal, da autoria de Siza Vieira, praticamente há 13 anos ao abandono, se exceptuarmos uns baptizados e casamentos que por lá se realizaram. As ideias foram muitas (nomeadamente albergar a sede do Conselho de Ministros), mas nenhuma se concretizou. Os turistas admiram do exterior a obra, perguntam se podem entrar e a resposta é negativa. Uma bela metáfora nacional. Ainda por cima baptizado com o nome do País. Porca miséria.
A primeira vez de Aurea
Assim vão as glórias da geração rasca, pá!
Inquérito feito pela revista «Sábado» aos nossos universitários sobre «COltura» geral
Só nós três
A sabedoria oriental diz que uma imagem vale mais do que mil palavras. Atentem nesta foto dos idos anos 80, com o trio da vida airada, composto por Cavaco, Dias Loureiro e Duarte Lima, juntos e ao vivo. O primeiro está em Belém,o segundo evadido em África e o último pernoita no Hotel VIP da Gomes Freire. Proponho, um destes dias, um jantar a três, para relembrar o passado. Talvez o juiz Carlos Alexandre permita uma saída precária ao seu novo amigo Lima.
18 novembro, 2011
A boca do dia
O último a saber
Nunca tinha visto Pinto Monteiro tão indignado com a «vergonha» que foi a antecipada revelação à comunicação social das «buscas» às casas do pai e filho Lima, na manhã de ontem. O PGR, de tão ingénuo que é, foi ao limite de dizer que «os jornalistas sabem antes de eu saber». De facto, é humilhante, senhor Procurador, mas não é de agora. Já pensou em demitir-se?
O impermeável Isaltino
Foi enternecedor ver Isaltino Morais, não de avental de volta de uma feijoada ou em confraternização com os seus «irmãos» pedreiros, mas de impermeável da Protecção Civil, a botar faladura sobre o impacto do tempo no «seu» concelho. Esteve, pelo menos, em duas televisões em horário nobre. Como se nada fosse.
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