19 novembro, 2011

Uma metáfora nacional

Numa altura em que tanto se fala de reabilitação de imóveis, aponte-se o exemplo de degradação de uma obra de arte urbana chamada Pavilhão de Portugal, da autoria de Siza Vieira, praticamente há 13 anos ao abandono, se exceptuarmos uns baptizados e casamentos que por lá se realizaram. As ideias foram muitas (nomeadamente albergar a sede do Conselho de Ministros), mas nenhuma se concretizou. Os turistas admiram do exterior a obra, perguntam se podem entrar e a resposta é negativa. Uma bela metáfora nacional. Ainda por cima baptizado com o nome do País. Porca miséria.

A primeira vez de Aurea

Brilhante «retrato» do repórter João Miguel Rodrigues do rosto emocionado de Aurea, ontem na sua primeira vez na mítica sala do Coliseu de Lisboa. Chegar ao cume apenas depois de um álbum, não é proeza para todos. Aurea conseguiu. Deus a conserve.

Assim vão as glórias da geração rasca, pá!


Inquérito feito pela revista «Sábado» aos nossos universitários sobre «COltura» geral

Só nós três

A sabedoria oriental diz que uma imagem vale mais do que mil palavras. Atentem nesta foto dos idos anos 80, com o trio da vida airada, composto por Cavaco, Dias Loureiro e Duarte Lima, juntos e ao vivo. O primeiro está em Belém,o segundo evadido em África e o último pernoita no Hotel VIP da Gomes Freire. Proponho, um destes dias, um jantar a três, para relembrar o passado. Talvez o juiz Carlos Alexandre permita uma saída precária ao seu novo amigo Lima.

18 novembro, 2011

A boca do dia

«A Casa dos Bicos vai abrir uma delegação na Venda do Pinheiro», in Blogue 100 reféns, 17 Novembro 2011

O último a saber

Nunca tinha visto Pinto Monteiro tão indignado com a «vergonha» que foi a antecipada revelação à comunicação social das «buscas» às casas do pai e filho Lima, na manhã de ontem. O PGR, de tão ingénuo que é, foi ao limite de dizer que «os jornalistas sabem antes de eu saber». De facto, é humilhante, senhor Procurador, mas não é de agora. Já pensou em demitir-se?

O impermeável Isaltino

Foi enternecedor ver Isaltino Morais, não de avental de volta de uma feijoada ou em confraternização com os seus «irmãos» pedreiros, mas de impermeável da Protecção Civil, a botar faladura sobre o impacto do tempo no «seu» concelho. Esteve, pelo menos, em duas televisões em horário nobre. Como se nada fosse.

No calor da Luz

O fervor clubístico já chegou à cama. Os engenhosos marketeiros do Benfica lançaram preservativos com a chancela do clube da águia, acompanhados de frases que incentivam ao acto, do género: «vai um dérbi?», «a melhor defesa é o ataque» ou «esta vai ser à Benfica».