O Governo pretende acabar com a isenção do pagamento de portagens na Ponte 25 de Abril durante o mês de Agosto, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2011 entregue na Assembleia da República. Mesmo para os que não têm dinheiro para ir para o Algarve, vai ficar mais caro uns dias de praia na Costa da Caparica. Com um Orçamento tão insaciável em termos de receitas, é melhor ver à lupa o documento para verifica se o acto de sair à rua não passará a ser taxado.16 outubro, 2010
Não há pontes grátis
O Governo pretende acabar com a isenção do pagamento de portagens na Ponte 25 de Abril durante o mês de Agosto, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2011 entregue na Assembleia da República. Mesmo para os que não têm dinheiro para ir para o Algarve, vai ficar mais caro uns dias de praia na Costa da Caparica. Com um Orçamento tão insaciável em termos de receitas, é melhor ver à lupa o documento para verifica se o acto de sair à rua não passará a ser taxado.15 outubro, 2010
Sai uma pizza, com massa alta e fofa
Diz o Bernardo Ferrão, o repórter que o país inteirou consagrou por ser a sarna que não deixa Sócrates, que Teixeira dos Santos alertou os grupos parlamentares que poderão ter que fazer serão esta noite até que o Orçamento do Estado seja entregue em S. Bento. O ministro das Finanças sugeriu que os deputados encomendassem umas pizzas para enganar a fome. Pelo menos directamente, a iguaria italiana não faz parte da infindável lista de produtos que o governo agravou a carga fiscal. Directamente, sublinhamos.José Sócrates - «Best of»
Louçã disse hoje na cara do Primeiro-Ministro o que milhões de portugueses queriam dizer e nunca tiveram oportunidade de o fazer. «Mentiroso», «sem palavra», «rasteiro» e «manhoso», foram alguns dos mimos que o líder bloquista ofertou a Sócrates no debate quinzenal no Parlamento. Um verdadeiro «best of».14 outubro, 2010
Mais uma historieta socrática
Vítor Baptista, deputado e recandidato derrotado à liderança da federação distrital do PS de Coimbra, promete vender cara a derrota. Ontem escreveu uma carta (ver link relacionado) aos seus camaradas na bancada parlamentar, intitulada "Na calada da noite", onde volta a lançar graves acusações sobre o chefe de gabinete de José Sócrates no PS, André Figueiredo (também secretário nacional adjunto).Segundo escreveu, Figueiredo tentou aliciá-lo a não se recandidatar oferecendo-lhe em troca "um qualquer lugar de gestor público, desde o Metro em Lisboa, à CP ou Refer, até acenavam com uma cenoura de 15 mil euros mensais".
André Figueiredo é acusado de, em conjunto com elementos da candidatura dada como oficialmente vencedora (liderada por Mário Ruivo, dirigente em Coimbra da Segurança Social), ter providenciado pelo "pagamento colectivo" de centenas de quotas de militantes, algo que o seu regulamento "não prevê". Ouvido pelo DN, André Figueiredo prometeu que agirá "criminalmente perante todas as difamações e infâmias de que for alvo". "Devemos estar à altura das funções que ocupamos. Eu estou. Já outros tenho a impressão que nunca estarão", acrescentou.
Vítor Baptista, oficialmente derrotado por 46 votos, também ataca na carta um seu camarada de bancada, Renato Sampaio (reeleito líder do PS-Porto), por este ter saído em defesa de André Figueiredo. "Agora, fazendo parte desta encenação, aparece um tal Renato Sampaio [...] a dizer que tenho mau perder. Perder até sei e já o demonstrei em outros momentos, mas passivamente ser roubado não". Dirigindo-se também ao presidente da distrital de Vila Real, que igualmente se solidarizou com Figueiredo, pergunta: "Será que ambos não o sabem distinguir? Estão ao serviço de quem?"
Dois juristas contactados pelo DN, a quem foi lido o teor da carta do deputado, consideraram que se pode estar perante um crime de tráfico de influência. Uma vez que, explicaram, "se está perante uma situação em que alguém promete usar da sua influência a troco de uma contrapartida". Ou seja: a colocação de Vítor Baptista numa empresa pública a troco da não recandidatura à Federação do PS/Coimbra.
O crime de tráfico de influências é de natureza pública, obrigando a actuação do Ministério Público.
Exclusivo DN - http://www.dn.pt/
Foice em programa alheio
A «Grande Entrevista« de Judite de Sousa está cada vez mais parecida com «O Dia Seguinte» ou o «Tempo Extra». Como se não houvesse mais nada para debater num país à rasca, nos últimos 2 meses passaram pelo estúdio da RTP, Carlos Queiroz, José Eduardo Bettencourt e hoje, o seleccionador nacional, Paulo Bento. Ou Judite tem recebido muitas negas do pessoal da política ou Fernando Seara, o putativo presidente da FPF e marido da entrevistada, anda a meter a foice em canal alheio.
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