Diz o povo, na sua eterna sabedoria, que o mundo é dos espertos. A paraguaia Larissa Riquelme, 25 anos, para além de ter um palminho de cara (e não só), também foi inovadora ao guardar o telemóvel entre os seus generosos seios, enquanto apoiava a selecção de Cardozo no mundial da África do Sul. Como no seu país os invejosos eram mais que muitos, Larissa não foi de modas e mudou-se da parvónia paraguaia para o cosmpolita e vanguardista Brasil, sendo a capa deste mês da «Playboy», na primeira versão em 3D. A moça está a aproveitar os 15 minutos de fama que alguém, sabe-se lá quem, lhe concedeu. A promoção do ensaio sensual para a revista brasileira foi o estoiro que a imagem demonstra.09 setembro, 2010
A fama da musa que guarda telemóveis nos seios
Diz o povo, na sua eterna sabedoria, que o mundo é dos espertos. A paraguaia Larissa Riquelme, 25 anos, para além de ter um palminho de cara (e não só), também foi inovadora ao guardar o telemóvel entre os seus generosos seios, enquanto apoiava a selecção de Cardozo no mundial da África do Sul. Como no seu país os invejosos eram mais que muitos, Larissa não foi de modas e mudou-se da parvónia paraguaia para o cosmpolita e vanguardista Brasil, sendo a capa deste mês da «Playboy», na primeira versão em 3D. A moça está a aproveitar os 15 minutos de fama que alguém, sabe-se lá quem, lhe concedeu. A promoção do ensaio sensual para a revista brasileira foi o estoiro que a imagem demonstra.Teoria da conspiração e os «pidófilos»
Há uns que só falam do seu livro. Outros, como Carlos Cruz, só falam do seu site. Do volume de mensagens recebidas, a sua proveniência, o estatuto de quem as remete. Não há quem o cale. A demanda à página da internet do apresentador tem sido tanta que o site tem estado muitas vezes em baixo, seja devido a ataques informáticos ou por excesso de acessos.O «sr.televisão» esteve igual a si próprio na entrevista a Judite de Sousa. Admitiu a teoria da conspiração e o eventual envolvimento de uma pessoa que não quis identificar e até trouxe para a confusão a sua filha, que como não sabe dizer pedófilos diz «pidófilos», surgindo a inevitável alusão à PIDE, a política política do regime salazarista. Ao bater dos 30 minutos a entrevistadora cortou-lhe a palavra e da boca de Cruz saiu de forma paradoxalmente espontânea e estudada a reacção: «Já acabou?». Por hoje, sim. Aguarda-se por nova aparição televisiva e pelo calendário da digressão «Cruz on tour», onde o apresentador vai participar em diversas conferências para denunciar a tal «monstruosidade» que não se cansa de repetir. Talvez fosse oportuno as empresas de sondagens fazerem um estudozinho de opinião para tomar o pulso às convicções do povo sobre a culpabilidade ou inocência de Cruz. Os resultados eram capaz de ser surpreendentes.
A revelação do dia
«Costa muda-se para o Intendente», é o título de uma notícia do «Jornal de Notícias» de hoje, onde se lê que o autarca de Lisboa vai instalar o seu gabinete de trabalho «simbolicamente» numa das zonas pior afamadas da capital. Para os leitores do Porto, era o mesmo que o Rui Rio era mudar o estaminé para o Bairro do Aleixo. Não sei se me faço entender?08 setembro, 2010
Um palco para «Sua Inocência»
O canal do Estado parece que alugou um palco exclusivo para Carlos Cruz. O «senhor televisão», depois de um programa de debate na sexta-feira e o «Prós e Contras» de segunda, vai amanhã estar cara a cara com a «doutora» Judite. Aliás, o programa «Grande Entrevista», depois de Dias Loureiro, Duarte Lima e agora Carlos Cruz, está a tornar-se um decandente albergue de condenados, indiciados e suspeitos em busca de lavar a sua imunda honra. Não sei se o José Fragoso da RTP vai nisso, mas em vez de promover esta campanha, mais valia criar um formato especial para Cruz, por exemplo, com os sugestivos nomes «Eu, acuso!» ou «Inocente, digo eu». Era audiência garantida. É apenas uma ideia. Enquanto isso, retive o belíssimo (mais um) artigo de Manuel António Pina no «Jornal de Notícias» de hoje. Para ler na íntegra:A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá ("Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?"). O "Prós & Contras" só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.
A vida longe do «pântano»
Apesar de reconhecer que foi um dos responsáveis pelo estado a que chegámos, tenho simpatia pelo político e cidadão António Guterres. Acho mesmo que se daqui a uns anos ele tivesse a veleidade de querer regressar para uma candidatura a Belém o povo seria capaz de lhe perdoar a retirada estratégica do governo e depositar confiança na sua pessoa. Bem mais depressa, aliás, que ao também fugitivo Barroso, que abandonou o governo que encabeçava para tratar da sua vidinha, por indicação dos amigos B&B (Blair e Bush).Os elogios que tem recebido na ONU indiciam que está a fazer um meritório trabalho como alto comissário para os refugiados. Ontem, acompanhado pelo Mexia da EDP, o ex-Primeiro-Ministro andou pelo Quénia e até acabou por ficar com um turbante improvisado a cobrir-lhe o coro cabeludo, como a imagem documenta. Não é o melhor dos mundos, mas pelo menos está longe do «pântano» e tem o privilégio de poder privar de perto com a embaixadora das Nações Unidas para os refugiados que se chama Angelina Jolie. Uma oportunidade ao alcance de poucos. Parafraseando o próprio, «é a vida!».
Gagos e de olhos em bico
Lady Gaga não pára de surpreender as massas, até no Oriente. A cantora(?) ou produto da sociedade de massas (whatever) faz a capa da edição da «Vogue» japonesa, para homens, cobrindo o corpo com um singelo bikini composto por carne...crua. As sociedades protectoras dos animais já demonstram a sua ira por mais uma traquinice da senhora que em Dezembro promete arrasar no Pavilhão Atlântico.A frase do dia
«O modelo cubano já não funciona», Fidel Castro, em entrevista à revista «The Atlantic», citado pelo jornal «El Mundo», 8 Setembro 2010Paulinho da lavoura
O hiperactivo Paulo Portas despiu o fato e a gravata e «vestiu» a farda da lavoura, com um chapéu de palha com a inscrição «Nós semeamos!». Portas é, de facto, um político multiusos, procurando abranger, quando as sondagens assim o exigem, vários franjas, desde os reformados, os agricultores e os combatentes de guerra. O pior é que a mensagem fica turva quando nesse mesmo dia chega a Lisboa mais um submarino, de nome «Tridente», uma comprinha excêntrica do «outro» Portas, aquando da sua passagem pelo forte de S. Julião da Barra. São muitas personagens para um político só.
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