27 junho, 2009

Enterro à vista

O «Expresso» noticia que o Governo já conhecia o negócio TVI/PT, entretanto abortado, desde o início do ano. Contabilize-se mais uma «peta» de Sócrates aos portugueses e mais um no «caixão» do executivo socialista. Desconhece-se, apenas, a data e o local do «funeral». As sondagens já indiciam a viragem.

Previsível

Como temíamos, Cavaco não quis ficar para a História como o Presidente que ousou fazer coincidir, no mesmo dia, legislativas e autárquicas. O «inquilino» de Belém ainda alimentou a polémica durante alguns dias, mas a decisão, previsível, foi tomada à hora do almoço. As legislativas serão a 27 de Setembro e as municipais a 11 de Outubro. Cavaco preferiu ficar «refém» da opinião seguida pela maioria das forças partidárias e não quis arriscar tornar-se conhecido como o outro «Sampaio» que contribuiu para acabar com a carreira política de Sócrates em Portugal. Com chefes de Estado assim, calculistas e pouco dados a arriscarem manchar o seu currículo político, qualquer um com mais de 35 anos pode chegar a Belém. Já estou próximo de fazer parte dos potenciais eleitos.
PS: O argumento que o PR não quis contrariar a vontade da maioria dos partidos não cola com a o veto do mesmo dignitário à lei do financiamento, proposta por todas as forças com assento parlamentar.

Cocktail» explosivo conduz ao «thriller» final

Uma potente injecção do analgésico Demerol, similar a morfina, pode ter sido a causa da paragem cardíaca de Michael Jackson. A edição de hoje do «The Sun» revela o «cocktail» explosivo de drogas que o cantor tomava.

26 junho, 2009

Morreu o «rei» no dia em que a internet matou a TV

Ventos de mudança no panorama da comunicação de massas. A notícia da morte de M. Jackson foi dada e desenvolvida por um site da internet (TMZ), deixando para trás a concorrência. As grandes cadeias de TV tardaram em reagir e confirmaram a morte do artista 2 horas depois do site especializado em notícias sobre celebridades e gossip. Os meios tradicionais levaram pancada. O Twitter colapsou devido ao número de posts. Jackson tem mais de 300 milhões de entradas no Google. As notícias, em primeira mão, actualizadas e credíveis, passaram a estar na net.

25 junho, 2009

Michael Jackson (1958-2009)

Michael Jackson morreu hoje aos 50 anos, no hospital universitário de Los Angeles. Um ataque cardíaco levou para sempre o «rei da pop» e um dos maiores ícones do último quarto do século XX. A sua carreira meteórica, especialmente nos anos 80, converteu-o num dos homens mais conhecidos do Planeta. «Thriller» ficará como o melhor video da história e um dos albuns mais vendidos de sempre. Jackson mudou a música, mudou a forma como os «media» abordam as celebridades e, também acabou, por querer mudar a sua cor natural. A partir daí, foi o descalabro. Escândalos atrás de escândalos, relações perigosas com menores, e um processo judicial que, por sorte, não lhe custou a prisão. O ponto final da sua vida, não termina com a sua eterna e imortal discografia. Agora, mais do que nunca, apetece mesmo ouvir.

Drama na cidade dos anjos

Farrah Fawcett, a actriz que se tornou famosa em «Os anjos de Charlie» faleceu hoje aos 62 anos, vítima de cancro, em Los Angeles. Como uma desgraça nunca vem só, soube-se há minutos que o cantor Michael Jackson foi internado na mesma cidade devido a uma paragem cardíaca. Segundo o site responsável pelo breaking news, as notícias não são animadoras.

Este Primeiro-Ministro não muda de estilo

«Eu não mudo. Os italianos gostam de mim assim. Sentem que sou bom, generoso, sincero, leal e que sou fiel às minhas promessas», Silvio Berlusconi, sobre o escândalo erótico-festivo que o rodeia, Corriere de la Sera, 25 Junho 2009

A cátedra de Pacheco

O Pacheco, que com tanta frequência se queixa da «futebolização» do regime, vai passar a ter a partir de domingo um novo espaço na SIC-Notícias, chamado «Ponto a ponto», para além de se manter na «Quadratura», às quintas. Vai ser um «poleirinho» exclusivo, só para ele explanar a sua cátedra. Quase em simultâneo com as «Escolhas» de Marcelo e também, aparentemente, sem contraditório. Como ele gosta.