Jornada aziaga para o Benfica. Derrota caseira e relegado para o 3.º posto a 5 pontos do líder. Tal facto acontece depois de Quique Flores ter ido ao programa de Alexandra Lencastre na TVI e ter sido alvo de fotos de paparazzi em intimidades com uma loira desconhecida na baixa de Lisboa, publicadas na revista de TV do DN da última sexta-feira. Não há dúvida, as mulheres andam a desorientar o homem. E o «glorioso» é que paga. Aquilo no sábado foi verdadeiramente miserável. O Vieira bem pede paciência, mas vai começando a faltar.15 março, 2009
Ai as mulheres!
Jornada aziaga para o Benfica. Derrota caseira e relegado para o 3.º posto a 5 pontos do líder. Tal facto acontece depois de Quique Flores ter ido ao programa de Alexandra Lencastre na TVI e ter sido alvo de fotos de paparazzi em intimidades com uma loira desconhecida na baixa de Lisboa, publicadas na revista de TV do DN da última sexta-feira. Não há dúvida, as mulheres andam a desorientar o homem. E o «glorioso» é que paga. Aquilo no sábado foi verdadeiramente miserável. O Vieira bem pede paciência, mas vai começando a faltar.Outro especialista em fotocópias
O investigador-mor do Reino, o jornalista José António Cerejo, escreve hoje no «Público» que o trabalho que o Ministério da Educação encomendou a João Pedroso, professor do ISCTE e irmão de Paulo Pedroso, não passa de meia centena de pastas cheias de fotocópias do Diário da República e de índices dos diplomas fotocopiadas. O dito trabalho está ao abandono numa sala fechada do edifício da 5 de Outubro. Segundo o jornal, o Estado, ou seja, todos nós, pagou a Pedroso 290 mil euros pelo serviço e mais cerca de 20 mil a dois colegas. A notícia não revela se Pedroso ultrapassou as 61 mil cópias tiradas por Paulo Portas antes de abandonar o Ministério da Defesa, mas de um coisa, eu estou certo, com o dinheiro pago pelo Estado ao irmão de Pedroso, o Paulo, eu podia meter uma «licença sabática» no serviço durante um anito e viver à grande e à francesa.Confusão no Bloco Central dos «tachos»
O entendimento no Bloco Central dos interesses e dos «tachos» SA, já conheceu melhores dias. PS e PSD estão a travar um combativo braço de ferro para a nomeação do sucessor de Nascimento Rodrigues na Provedoria de Justiça. Já lá vão quase 9 meses desde que expirou o mandato do provedor e os dois partidos teimam em não chegar a uma solução, com sucessivos nomes de parte a parte a serem vetados, o que não deixa de ser estranho, visto que este cargo, pese o seu simbolismo, é importante meramente ao nível de recomendações. Impõe-se a pergunta: o que é que a Provedoria tem?Notícias vindas do nada
Na sempre sagaz revista de imprensa dos fim de semana na RTP-N, a professora universitária Felisbela Lopes alertou para a falta de sustentação da notícia que faz a manchete do semanário «Sol». «Teixeira dos Santos vai substituir Constâncio», lia-se no jornal do arquitecto Saraiva, agora na posse de angolanos. Nas páginas interiores, uma notícia sem autor, pouco detalhada, especulativa, com base em cenários hipotéticos e sem fontes identificadas. «O SOL apurou», não é propriamente o que se ensina nas escolas de comunicação social. Infelizmente, é esta a «fotografia tipo passe» da nossa imprensa. Just for men
A edição portuguesa da «Playboy» vai estar em banca a 27 de Março e para começar serão impressos 100 mil exemplares, a um preço de capa de 3,95 euros. O antigo jornalista do «Record», André Pipa parece estar confirmado como o director da publicação. Falta apenas saber quem vai estrear a capa da revista. O leitor tem preferência? Partilhe connosco.A Liga fantástica
Vale a pena ser assinante da Sport TV só para assistir aos jogos da Liga Inglesa. A histórica vitória do Liverpool em Old Traford, diante do Manchester United, por 4-1, foi um dos melhores jogos que vimos este ano. Pode não se jogar bem, mas o tempo útil de jogo é elevado e o objectivo é mais a baliza e menos ludibriar o árbitro. Uma das imagens da tarde aconteceu quando Steven Gerrard beijou a objectiva da câmara depois de operar a reviravolta no resultado.14 março, 2009
Um minuto de ruido que levanta mortos
Uma das milhentas coisas que me intrigam em Portugal é o facto de nos chamados «minutos de silêncio» se insistir em bater palmas. Uma minoria (um grupito de vândalos, diria) das insubordinadas massas começa por apupar timidamente com assobios, que rapidamente dão lugar a uma vigorosa salva de palmas do estádio inteiro. Cá para mim é o mesmo que estar a bater em tachos e panelas durante o velório de um defunto. Excêntrico, no mínimo.Esta noite, nos jogos do campeonato, houve palmas para o Juiz Adriano Afonso, antigo dirigente do Benfica, falecido esta semana, mas em Alvalade uns quantos «lagartos» resistiram em alinhar no tributo. Os microfones da RTP deixaram escapar um sportinguista inconformado, apelidando de «vergonha» o acto de homenagear um «lampião» no estádio do eterno rival da Segunda Circular. Perante estes facciosismos bacocos e muito nossos, cada vez mais admiro o comportamento dos adeptos ingleses nos «minutos de silêncio» que são guardados, especialmente na Premier League. Como o nome indica, cumpre-se, em silêncio, o momento de pesar e não com ruidosas palmas. Chega a ser arrepiante. Nós por cá, continuamos a gostar muito de bagunça e chiqueiro.
A «ladra do tempo» faz 20 anos
O cavalheiro da foto chama-se Tim Berners-Lee e é um dos «culpados» por a esta hora da noite eu e milhões de pessoas estarem sentados numa cadeira, diante de um computador. Provavelmente, sem saber, ele é o responsável pela vaga de divórcios que grassa na sociedade. Foi o «pai» da World Wide Web, que cumpriu 20 anos esta sexta-feira, a «ladra do tempo», utilizando a expressão que Karl Popper criou para caracterizar a alienação social com a televisão. Berners-Lee disse hoje que a internet ainda está a dar os primeiros passos: «A net é hoje apenas uma ponta do iceberg. Chegarão as novas tecnologias muito mais poderosas que nos vão permitir coisas com que nunca sonhámos. O melhor está para vir». Curioso é o dado avançado pelo físico britânico, «cerca de 80 por cento da Humanidade não tem acesso à internet». Ainda um privilégio do primeiro e selecto mundo.
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