Al-Zaidi é o novo herói para os iraquianos. Fez o que milhões dos seus compatriotas queriam fazer e nunca tiveram oportunidade. O povo saiu hoje às ruas a exigir a libertação do jornalista. Duas centenas de advogados ofereceram os seus préstimos para defender o temível lançador de sapatos. Depois de ter sido anunciado, há uns anos, como o advogado de Saddam, José Maria Martins, o advogado da Casa Pia, não perderia o ensejo de ser o causídico de Al-Zaidi. O pior é que querer nem sempre é poder.15 dezembro, 2008
O novo herói iraquiano
Al-Zaidi é o novo herói para os iraquianos. Fez o que milhões dos seus compatriotas queriam fazer e nunca tiveram oportunidade. O povo saiu hoje às ruas a exigir a libertação do jornalista. Duas centenas de advogados ofereceram os seus préstimos para defender o temível lançador de sapatos. Depois de ter sido anunciado, há uns anos, como o advogado de Saddam, José Maria Martins, o advogado da Casa Pia, não perderia o ensejo de ser o causídico de Al-Zaidi. O pior é que querer nem sempre é poder.Abençoada imprevidência
Uma campanha alegre
Agarrem-me, caso contrário eu crio um partido! Manuel Alegre fez mais um aviso ao partido do Governo. Como disse, e bem, Marcelo um novo partido liderado pelo vice-presidente da AR podia impedir o PS de vencer (com maioria absoluta e relativa), inclusive, em ultima analise, podia dar a vitória ao PSD nas legislativas de 2009. Basta que o poeta passe das intenções aos actos.14 dezembro, 2008
Um beijo e um par de botas para o «cão» americano



Bush foi hoje brindado com o maior insulto que um árabe pode dar a um ocidental: o arremesso de um par de sapatos na direcção do Presidente americano. O autor da proeza foi Muntadar al-Zeidi, correspondente de uma televisão egípcia, que gritou antes do corajoso acto: «isto é o fim. O teu beijo de despedida, cão». Falhou o alvo, o «cowboy» foi mestre na arte de esquivar.13 dezembro, 2008
«Do They Know it's Christmas?», versão Contemporâneos
As Produções Fictícias, também conhecida como a fábrica das piadas em Portugal, tiveram uma ideia brilhante na quadra natalícia. Os Contemporâneos & friends gravaram uma versão «tuga» do «Do They Know it's Christmas?», chamada «Saberão que estamos no Natal? - Salvem os ricos, ajudem os milionários», numa clara sátira ao regabofe que reina nos bancos portugueses.Venha de lá esse abraço!
Manoel de Oliveira recusou receber as Chaves da Cidade do Porto das mãos de Rui Rio, mas aproveitou as filmagens do seu mais recente filme para convidar o edil lisboeta, António Costa, para um repasto na capital. O ancião cineasta diz que ninguém o abordou para a dita condecoração, distanciando-se de Rio e aproximando-se de Costa, cuja autarquia apoiou financeiramente o filme baseado no conto homónimo de Eça de Queiróz com uns míseros 200 mil euros. Uma questão de números?Saco de pancada
Já aqui temos dito que o governo é o saco de pancada da informação da TVI. Então à sexta-feira, no «Jornal Nacional» apresentado pela «Manela», nem se fala. A coisa ganha contornos de tortura. Na quinta-feira à noite, na gala de beneficência do canal de Queluz de Baixo, o director-geral, José Eduardo Moniz, mandou mais uma alfinetada. Quando apelou para que as pessoas telefonassem para aumentar os fundos recolhidos para o Instituto de Apoio à Criança alertou que o dinheiro dos portugueses «não era para ajudar bancos em dificuldades». Mortal!
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