A doce Luciana Abreu, também conhecida no mundo artístico por Floribela, amiga de todos os meninos e as meninas deste nosso país, atingiu o estrelato, enriqueceu e emancipou-se. Comprou casa, carro e até decidiu aumentar o tamanho do peito, tendo-se sujeitado no início do mês a um implante de gel de silicone coesivo. Com a vertiginosa descida de audiências da Flor e da própria SIC, terá o azarado Penim convencido Luciana a fazer uns papéis mais arrojados numa qualquer novela à portuguesa com bolinha no canto superior direito?20 agosto, 2007
Não tenho nada, mas tenho umas maminhas novas
A doce Luciana Abreu, também conhecida no mundo artístico por Floribela, amiga de todos os meninos e as meninas deste nosso país, atingiu o estrelato, enriqueceu e emancipou-se. Comprou casa, carro e até decidiu aumentar o tamanho do peito, tendo-se sujeitado no início do mês a um implante de gel de silicone coesivo. Com a vertiginosa descida de audiências da Flor e da própria SIC, terá o azarado Penim convencido Luciana a fazer uns papéis mais arrojados numa qualquer novela à portuguesa com bolinha no canto superior direito?“Eu show Chávez”
Hugo Chávez é um “one man show”. Para além das acrobacias legislativas que faz para se perpetuar no Poder, tem também um programa, tipo “talk show” à sul-americana, chamado “Alô Presidente”. O dito show tem momentos de humor, as habituais prédicas do “herdeiro” de Simon Bolivar, bem como convidados especiais da cor do anfitrião, claro está. A ultima vedeta convidada foi Diego Maradona, um admirador confesso de Chavez, Fidel Castro e Evo Moralez, três camaradas de luta na cada vez mais capitalista América do Sul. Fiel ao alinhamento, “El Pibe” disse “odiar tudo o que venha dos Estados Unidos”. Ainda bem que “El Diablo”, o nome que Chavez chamou a Bush, não deve ver a TV venezuelana e nem deve conhecer a cara de Maradona que neste programa, não fez por menos, e apelidou-o de “assassino”. Na Venezuela o regime é uma democracia travestida, onde espectáculos como “Alô Presidente” e o cultivar exacerbado da personalidade do “querido líder” são o pão e circo de uma nação que por acaso é muito rica em recursos naturais. Caso contrário, o ex-golpista bem que podia pregar no deserto. Um país a saque, à mercê dos "gangs"
Depois do "Gang das perucas", composto por alguns franceses oriundos da Córsega que assaltaram durante meses bancos na zona do Porto, agora foi a vez do "grupo do milho" invadir uma propriedade privada para destruir uma exploração de milho transgénico, em Silves. Curiosamente, muitos dos elementos que integravam esta turba ambientalista, com o absurdo nome de "Verde Eufémia", são de diversas nacionalidades, constituíndo uma sociedade das nações ecológica.O mundo está cada vez mais perigoso, Portugal é um sítio cada vez pior frequentado, atreito ao espírito de saque e local de exílio dourado para estrangeiros de terceira categoria.
A demissão anunciada
Fernando Santos, como aqui tínhamos previsto quando saiu Simão, foi desta para melhor. O engenheiro não é o único problema deste Benfica, mas é, certamente, uma das causas para que a equipa de futebol há mais de um ano jogue sem chama e sem garra. Venha daí Camacho, o treinador com o regresso há muito anunciado. Só não percebemos porque é que não começou a temporada. Se a coisa continuar a dar para o torto, acaba o estado de graça de Vieira. Já faltou mais...19 agosto, 2007
Prestar contas
Em Inglaterra, as autoridades divulgaram publicamente esta semana o montante dos dinheiros públicos gasto na investigação da morte do ex-espião russo, Alexander Litvinenko. Espera-se que as autoridades nacionais tenham o mesmo comportamento quando estiver encerrado o Caso Maddie. Diz-se à boca pequena que se trata da maior despesa de sempre da história da Polícia Judiciária. Transparência é preciso e os contribuintes sérios gostam de saber para onde vai o dinheiro dos seus impostos.Um exemplo para os que nos governam
Os elementos do conselho de administração do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, prescindiram das viaturas de serviço que lhe estavam atribuidas devido ao cargo que ocupam, preferindo que o custo dos automóveis, umas largas dezenas de milhares de euros, fosse investido na aquisição de equipamento de que esta unidade hospitalar carecia. Um exemplo raro, que se saúda, mas que até à data só mereceu 3 minutos em dois boletins informativos da RTP.A frase do dia
"Se vir a política como uma prova de Fórmula 1, é impressionante como cada vez se demora menos tempo a ir às boxes. Mas não deve regressar-se à pista antes de o reabastecimento terminar. E deixar passar quem quer e pode voltar primeiro", Pedro Santana Lopes, Jornal de Notícias, 19 de Agosto, 2007
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