20 dezembro, 2011

Caro Passos Coelho....

É uma notícia de última hora. O Pai Natal foi superado este ano em mensagens recebidas. As crianças enviaram mais cartas remetidas ao Palácio de S. Bento, pedindo a Passos Coelho para emigrar para junto do Sócrates, em Paris. Em vez de Filosofia, os pequenos aconselham o economista a fazer um curso tripartido de Comunicação Política, Serviço Social e Relações Humanas.

A cátedra do Nogueira

Mário Nogueira foi avaliado com «bom», apesar de não dar aulas há 21 anos. O caso até podia ser motivo para polémica, mas provavelmente os avaliadores decidiram distingui-lo pela sua fulgurante carreira de sindicalista, que uma dia destes acaba na política. O seu a seu dono, e o mérito a quem o tem.

O novo «el dorado» para os tugas

19 dezembro, 2011

As opiniões são como as vaginas



Duas opiniões interessantes sobre a crise europeia. Diz o vice-presidente do BCE, Vítor Constâncio: «É impensável o colapso da zona euro». O ex-presidente do FMI, Dominique Strauss-Khan», não tem a mesma opinião: «O euro está prestes a afundar-se». E o leitor, confia mais num tarado sexual ou num irresponsável?

O mal e a caramunha

O Sócrates era um malandro político e um mentiroso compulsivo. Não haja dúvidas. Mas este Governo tem algo de profundamente cínico na forma e na substância. A cara amável e sincera escolhida foi o primeiro-ministro, mas o verdadeiro Maquiavel da história é o seu adjunto, o Relvas dos aventais. A estratégia foi gizada quando se adivinhou a retirada de Sócrates. Fazer o mal e a caramunha, a malta tem é que «comer e calar», foram os lemas assumidos pelo executivo bicéfalo, obedecendo de forma canina ao memorandum da troika, que comparado com o sermão que nos tem sido encomendado, até começa a parecer leve. Estes dois primeiros anos serão mesmo terríveis. Os privados serão os próximos a comer por tabela, tudo em nome do sacrossanto défice. As patifarias vão continuar. Veremos se o português é mesmo um povo de paciência oriental.

Comunicação ao país

Pivô da TV norte-coreana - Caros concidadãos, faleceu o nosso querido líder. Interropemos a emissão para um choradeira coletiva.Voltaremos depois do funeral, a 28 de Dezembro.

Uma nação comocionada

Pai morto, filho posto. Sai de cena o «querido lider», entra o «brilhante» e «grande lider». Lá por Pyonyang nao se faz a coisa por menos. Tudo chora, não se sabe se de tristeza ou alegria, nas entrevistas não manipuladas que a televisão estatal emite. Até a Judite de Sousa lá do sítio, trajado de preto, verteu umas lágrimas de comoção.

18 dezembro, 2011

Que tradução, caramba!

Bem sei que este livro é, na língua original, um sucesso, mas não havia necessidade de traduzi-lo da forma como foi feito. «Caramba», «Poças» ou «Bolas», podiam perfeitamente substituir o «F*oda-se». Ninguém se indigna?