24 agosto, 2011

Você viu este homem?

Desapareceu de casa dos seus pais, em Tripoli, o coronel líbio Muhamar. Qualquer informação sobre o seu paradeiro deve ser prestada para os líderes rebeldes. Dão-se alvíssaras e um arraial de porrada, seguido de linchamento popular transmitido para toda o mundo pela CNN.

A frase do dia

«Quando Jardim finalmente deixar o Governo Regional da Madeira, os cronistas portugueses deveriam oferecer-lhe um jantar e fazer dele o seu santo padroeiro. De facto, Jardim é, há uns anos, uma verdadeira mina para cronistas com a "dead line" à perna e sem nada parecido com um assunto à vista (...)», Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 23 Agosto 2011

23 agosto, 2011

Breaking news


DSK, a fénix renascida

Não se sabe se foi o seu poder ou o dinheiro da sua ricaça mulher, Anne Sinclair, que salvou Strauss-Kahn, mas a verdade é que o ex-presidente do FMI viu o seu processo arquivado por alegada falta de convicção e verdade da queixosa, a empregada de quartos guineense, feia como a noite dos trovões. Ainda se vai descobrir que o verdadeiro violado no meio desta história toda foi DSK. Sarkozy que se cuide...

O povo está connosco!

O filho de Khadafi parece-me, levemente e assim de repente, o ministro da informação iraniano, que jurava a pés juntos que os americanos estavam longe de Bagdad, quando as tropas dos «states» já lhe mordiam os calcanhares. O poder é, de facto, inebriante.

Banhos prolongados

Tirando o sempre em pé Relvas, a Cristas da agricultura/ambiente e ordenamento de mais qualquer coisa e o «estrangeirado» Paulo Portas, que parece que recebeu uma comitiva de líbios, não vejo mais nenhum membro do governo em frenética actividade. Hoje já é 22 de Agosto e o executivo já devia estar a todo o vapor. Passos Coelho anda tão desaparecido como Khadafi. Com a troika a impor um calendário para cumprir, permitia a situação do país que o governo e os deputados fossem a banhos durante 15 dias?

21 agosto, 2011

Dos regionais para a primeira liga

Neste fim-de-semana ficámos a saber que há uma classe em Portugal especialmente unida e corporativa: os árbitros. João Ferreira, o oficial do exército que amuou porque criticaram o seu desempenho enquanto árbitro, recusou-se a apitar o Beira-Mar - Sporting e os seus colegas da primeira e segunda divisão reiteraram a sua indisponibilidade para o substituírem. À última hora, lá apareceu o camarada Fernando Idalécio Martins, descoberto nos regionais de Aveiro, para ajuizar o jogo de «solteiros» e «casados» entre aveirenses e leões. Para azar dos sportinguistas, ainda não foi desta que ganharam para a Primeira Liga. E como diz o site do Record, o melhor em campo foi mesmo...o árbitro.

A triste novela madeirense

A democracia madeirense (ou lá o que isso é) caracteriza-se pelo excesso de ruído. Berraria, mesmo. Jardim pede um 26 de Abril para o país, mas a primeira revolução devia acontecer no arquipélago. Na cerimónia dos 503 anos da cidade do Funchal, dentro da sala da autarquia, o senhor Welsh berrou por cima do discurso de Jardim e só dois elementos da polícia o conseguiram calar, e no exterior, o inevitável José Manuel Coelho berrou mais umas atoardas para o presidente do governo regional que retribuiu com vigorosos acenos em tom de gozo. O cartaz da comitiva do PTP-M, composta por cinco elementos, era «Jardim falido e o povo é que...». Vocês sabem o resto...