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O procurador provinciano
Eu acho que o cargo de procurador-geral da república é de tal forma importante que o seu titular devia falar esporadicamente, do tipo «quando o rei faz anos». Souto Moura era o inábil que se sabia. Pinto Monteiro parecia menos cepo, mas enredou-se nas escutas e teima em não libertar-se delas. Hoje disse que Portugal «não era um país de corruptos». Ou é lírico ou então deve viver noutro país. Só pode.
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