14 novembro, 2009

Linguagem própria de um tasco

Os principais actores políticos e judiciais deste país continuam a insistir veicular as suas mensagens através de uma linguagem mais própria de um tasco muito mal frequentado. Pinto Monteiro está cada vez mais parecido com o seu antecessor, Souto Moura, também conhecido pelo «gato constipado», que falava à porta de casa, à saída da apresentação de um livro, onde calhasse. O PGR dá mais uma entrevista, e a avaliar pela manchete do «Expresso», num tom demasiado popularucho para o cargo que ocupa. Diz ele que divulga as escutas «para isto acalmar». O que será «isto»? Que eu saiba em Espanha, o juiz Baltasar Garzon não dá entrevistas. Haja dignidade!

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