02 janeiro, 2010

Duelos à bengalada

Paulo Teixeira Pinto processou criminalmente Francisco Louçã por este classificado de «patusca» e promovida por um «banqueiro milionário» a acção da Causa Monárquica do passado dia 5 de Outubro, com um desembarque nocturno no Terreiro do Paço e um cortejo nocturno aos gritos de «Viva a Monarquia». Mais um alegado crime por «difamação e calúnia» para entupir os nossos tribunais. Mais valia, como no antigamente, dirimir estas questões de honra à bengalada.

A pergunta do ano

«Sócrates já é mais parte do problema do que da solução. Abandonará a liderança do PS?», Manuel Villaverde Cabral, sociólogo, jornal «I», 2 Janeiro 2010

01 janeiro, 2010

Racismo sem graxa

Barack Obama a engraxar os sapatos a Sarah Palin. É o último tique racista, em forma de fotomontagem, que circula pela internet. No país dos cowboys, some things never change.

Vidas de fachada

Ouve-se e não se acredita. Os clubes portugueses, nomeadamente Benfica e Sporting, são os que mais estafaram em contratações no defeso invernal. Nunca foi tão verdade a afirmação que o futebol é o espelho da sociedade. Gastam e ostentam à grande, mas por casa sabe Deus a carestia que por lá anda.

O lírico

Cavaco começa o ano com uma forte queda para o lirismo, apelando a «entendimentos interpartidários» entre o secretário-geral do PS, que o odeia, e a presidente do PSD, que está de malas aviadas da Lapa. Ele que durante os últimos meses também deu uma ajudinha para a turbulência política e que agora quer limpar a imagem, a poucos meses de anunciar a provável recandidatura presidencial.

A volta ao mundo em passagens de ano

Lisboa, Portugal
Londres, Inglaterra

Rio de Janeiro, Brasil


Moscovo, Rússia


Singapura


Sidney, Austrália


Berlim, Alemanha


Bali, Indonésia


Nova Iorque, EUA

31 dezembro, 2009

A frase do dia

«A melhor notícia da semana é que o ano acabou. Já não era sem tempo. 2009 não vai deixar saudades a ninguém», Bruno Proença, Weekend Económico, 31 Dezembro 2009

30 dezembro, 2009

Pela verdade desportiva

Diz quem o conhece que Rui Santos é um vaidoso incorrigível que adora alimentar ódios de estimação. Porém, de uma coisa não o podem acusar: falta de dinamismo e frontalidade. O autor do «Tempo Extra», um dos programas mais vistos da SIC-Notícias, é muito mais do que um comentador alinhado e que se limita a debitar umas larachas, tendo promovido uma petição a favor da introdução das novas tecnologias no futebol. O documento, que reuniu 6 mil assinaturas, é apresentado para a semana na Casa da Democracia. «Se a verdade desportiva afecta a imagem do Governo, o poder político não se pode alhear do assunto», afirmou Rui Santos à Lusa, numa farpa para o secretário de Estado das medalhas, das viagens e dos cocktails, Laurentino Dias, que por acaso também faz uma perninha na secretaria do Desporto, apesar de ninguém ter dado por isso.