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Seja-se ou não da cor, manda a honestidade reconhecer que o Benfica é, provavelmente, a marca nacional com maior projecção interna, sendo a capacidade de mobilização dos seus sócios e simpatizantes acima da média, especialmente quando a equipa acumula sucessos. É isso que está a acontecer. Os troféus vão sendo conquistados, mas ainda faltam 8 dias para o pontapé de saída oficial da temporada. Com expectativas ao nível da Lua e com a overdose de milhões gastos em contratações, considerando a dimensão do nosso campeonato, ao Benfica só pode ser exigido o triunfo no campeonato e o acesso directo à Liga dos Campeões. Sem direito a falhas. Esta noite, diante do Milan, Quim foi o «herói» ao defender quatro penáltis. Curiosamente, a baliza é o sector da equipa onde existe maior tremideira. Houve dinheiro para tanta aquisição, menos para contratar um guarda-redes de classe. Mas, de facto, este Benfica, versão Jesus, não tem nada a ver com o de Quique. Há atitude, há empenho e, mais importante, parece existir ideias. O campeonato da pré-temporada foi vencido, mas vale tanto como o campeonato de inverno da transacta liga. Ou seja, zero.
Como nota de rodapé, lamenta-se que o plantel encarnado se assemelhe a uma sociedade das nações ibero-americana: brasileiros, argentinos, uruguaios, espanhóis e meia dúzia de portugueses para não desfazer.
É uma das atracções turísticas e local de peregrinação em Londres. Quase mais disputada do que o Big Ben. E bem que me arrependo de ter «saltado» esta visita no meu périplo londrino. Milhares de turistas tentam obter a foto para a posteridade, tornando o trânsito caótico, como mostra a reportagem da BBC. A passadeira de Abbey Road foi o local imortalizado pelos Beatles para a capa do album baptizado com o nome de uma rua no bairro de St. John´s Wood. Aconteceu precisamente há 40 anos. Hoje, pelas 11h35, o trânsito parou em Abbey Road, junto aos estúdios com o mesmo nome onde foram gravados os grandes hits dos «fab four». Os fãs tomaram de assalto a passadeira mais famosa da capital britânica.
Na sua última aparição disse, visivelmente fragilizado, ter gozado uma «vida saborosíssima», talvez por isso, tivesse o coração «preso por um fio». «Deixem-me ir descansar», afirmou, numa gala de humor realizada há uns meses pela SIC. O monólogo «A guerra de 1908» e o inesquecível «Zip-Zip», com Carlos Cruz e Fialho Gouveia, foram marcos do teatro e da televisão. Mais um «monstro» que parte. O Solnado foi para a «guerra», aos 79 anos. É certo que não voltará. «Façam o favor de ser felizes».
Ora aí está uma capa que venderia, certamente mais, que todas as edições já publicadas da «Playboy» portuguesa. Sharon Stone, aos 50 anos, despiu-se de preconceitos para a «Paris Match» e a avaliar pelo «aperitivo» dá uma «goleada» à nossa querida Maya.
Um ano mais, o jornal oficial das férias do Primeiro-Ministro é o «Correio da Manhã». Sempre em cima do acontecimento, o título da Cofina revela que os primeiros 15 dias de férias de Sócrates em Menorca, nas Baleares, com a Câncio e os filhos, começaram da pior forma. As malas de viagem que seguiram no avião da TAP não apareçaram no aeroporto de Madrid, local onde se efectuaria a escala para apanhar novo voo para a ilha mediterrânica. O plano de férias foi, deste modo, prejudicado, mas a lição que se retém é que até mesmo o Primeiro-Ministro de Portugal, em verdadeira maré de azar, não escapa à anarquia que grassa nos aeroportos de todo o mundo. Quem não se deve livrar de um telefonema de repreensão do ministro Lino ou do próprio Sócrates é o «manda-chuva» da TAP, o «zuca» Fernando Pinto.
«O Papa Bento XVI devia dar um passeio fora do Vaticano para ver como realmente são as famílias dos nossos dias», Pedro Almodovar, cineasta espanhol, criticando o conservadorismo da Igreja Católica, por recusar-se a aceitar os novos tipos de famílias, em entrevista ao «Die Zeit», 6 de Agosto 2009
As listas partidárias dos dois maiores partidos dão imensa vontade de rir. Os sociais-democratas que criticavam a escolha de João Soares para Faro têm agora motivos para ficar de bico calado depois do constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia ter sido escalado para número 1 da lista do PSD na capital algarvia. Os socialistas ainda podem aventar que Soares tem uma ligação antiga ao Algarve devido à casa de família do Vau, agora quanto a Bacelar Gouveia desconhecem-se as afinidades com a região sul. Mas casos como este, multiplicam-se. O que varia é mesmo o grau de excentricidade. Pior, pior, só mesmo a selecção do açoriano Costa Neves para liderar a lista do PSD em Castelo Branco, num duelo de titãs com José Sócrates, que nasceu em Trás-os-Montes, passou uns tempos na Covilhã e reside em Lisboa.
A saída anunciada. Gorada que foi, para já, a presidência do Benfica, Moniz abandona a TVI e vai para a Ongoing Media, que detém o Diário Económico e o Semanário Económico, depois de receber uma arca cheia de notas. A sua esposa, Manuela Moura Guedes, mantém-se, também para já, no canal de Queluz, resta saber se o seu «Jornal Nacional das sextas» ainda vai ter lugar na grelha do canal a partir de Setembro. Os contornos da transferência do Verão ainda são pouco claros: negócios ou política? Nos próximos meses saberemos se a política falou mais alto, caso a linha editorial informativa da TVI for suavizada em relação ao governo. Ou então, foi a estratégia empresarial a ditar a entrada de Moniz na Ongoing. Balsemão, o "Citizen Kane" nacional e muito próximo do presidente da Ongoing, bem que gostaria de ver Moniz ser o Rangel do século XXI na «sua» SIC. Clara de Sousa que se cuide. Manuela Moura Guedes não desdenharia apresentar o «Jornal da Noite» de Carnaxide. Com ou sem Rodrigo Guedes de Carvalho.