24 agosto, 2010

They tried to make me go to rehab, i said, "No", "No", "No"

Quando um génio criativo e uma personalidade auto-destrutiva, misturada com drogas e imprudência ao violante, se encontram isso só pode ser...George Michael. O ex-Wham declarou-se hoje culpado em tribunal por ter sido apanhado a conduzir sob o efeito das drogas na madrugada de 4 de Julho. A sentença é conhecida em meados de Setembro e, por ser reincidente, Michael pode ir de cana. Um caso parecido com Amy Winehouse, também ele carecido de «rehab».

Do sonho à realidade

O Braga atingiu com brilhantismo a elite do futebol europeu. Deu uma lição a uma das quatro melhores equipas da liga espanhola. Financeiramente a época está ganha, com os 7 milhões de encaixe decorrente do apuramento para a champions e o prestígio garantido com os «tubarões» que vão visitar o Minho nos próximos meses. Resta saber se haverá fôlego para conciliar as provas de elite e as competições de trazer por casa.

23 agosto, 2010

O «berbequim político» do PS

É uma das hilariantes da semana, pese embora ter merecido uma nota de rodapé num jornal de fim-de-semana. No seguimento das diversas entrevistas concedidas pelo ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, o deputado do PSD, Luís Campos Ferreira, apelidou o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares do governo socialista de «o berbequim político do PS». Depois da «picareta falante» que era Guterres, baptizado por Pulido Valente, o PS sofistica-se e inaugura a era do berberquim.

Terror na auto-estrada

Tragédia na A25. O nevoeiro e a chuva em pleno verão provocaram dois choques em cadeia. Resultado: 6 mortos e dezenas de feridos. Num país onde geralmente é tudo mau, destaque para os elogios que ouvimos na comunicação social sobre a mobilização dos serviços de emergência, INEM, Protecção Civil e GNR, com a rápida evacuação dos feridos mais graves para os hospitais da zona e para Lisboa, de helicoptero. Neste aspecto, mesmo com os cortes orçamentais que amiúde são anunciados, Portugal melhorou muito a sua capacidade de resposta.

O «galo» madeirense

Este está a ser um «annus horribilis» para a Região Autónoma da Madeira. Cheias, incêndios e agora uma palmeira que tomba, fazendo vítimas. Isto já para não falar dos desastrosos resultados do turismo da ilha, a ressentir-se da tragédia de 20 de Fevereiro. Jardim, desanimado, diz mesmo que os madeirenses precisam de ir à bruxa. Menos acertada a ligeira insinuação do líder regional sobre a «estranheza» pelo facto de a palmeira de Porto Santo, num largo onde existiam 13, ter caído no momento em que decorria um comício do PSD-Madeira, quando foi o próprio presidente da Câmara de Porto Santo a reconhecer que as raízes da palmeira estavam podres. Jardim não precisa de se vitimizar nem de arranjar bodes expiatórios para as tragédias, porque é mais que certo que nós e os seus conterrâneos insulares vamos aguentá-lo ainda um bons anitos. Para ser franco, isto sem ele também não tinha piada.

22 agosto, 2010

O capricho de Verão vai ser emprestado

Após muitas pressões e algumas evidências, parece que o Benfica e o seu até há pouco omnipotente treinador deram a mão à palmatória. Roberto, a jóia valiosa que Jesus pediu a Vieira no defeso, vai ser emprestado a um clube espanhol, segundo noticia a TSF. Um caso muito raro em qualquer clube a nível mundial. O Benfica da presente temporada só bate recordes. Pela negativa. A Lei de Murphy em todo o seu esplendor.

O «machadês» aplicado ao caso Queiroz

O estilo característico de Manuel Machado já lhe valeu um rábula dos Gato Fedorento. Depois de um período difícil, em que esteve entre a vida e a morte, o treinador do Guimarães regressa para «trocar por miúdos», socorrendo-se da sua douta cátedra, o caso Queiroz. Explica, em «machadês», os meandros de um processo, que classifica de «gravidez psicológica», em que «não há óvulo, matéria seminosa, não há barriga, não há nada». Pronto, assim estamos mais esclarecidos. Obrigado, professor Machado!

«Mou» na primeira pessoa

Mourinho é uma estrela planetária e uma das personalidades mais seguidas no país vizinho. Tem honras de capa na revista semanal do «El País» deste domingo, publicação a que concede uma entrevista serena e onde fala com este desprendimento do país que o viu nascer: «Sou um português muito atípico, porque o português comum tem saudades de Portugal e eu não (...) Sou um português que não quer regressar, não quer trabalhar em nenhum clube português, não quero viver em Portugal, mas sou um português que gostaria de fazer algo importante com as minhas capacidades».