«El comandante» atirou a toalha, vencido pela doença, depois de ter aguentado meio século de pressões, acosso e embargos políticos. Ao contrário do que se julga, o regime vai manter-se. Será o "castrismo" sem Fidel na primeira fila, é certo, mas com alguém muito próximo de si na liderança. Um dos raros bastiões comunistas do Planeta promete resistir aos sinais dos tempos.
Espero bem que algo mude. Quanto mais não seja, os discursos passem a ser menos demorados. Ou será mal genético...?
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