Hugo Chavez voltou a Portugal para abraçar «mi amigo José Sócrates», tratar de negócios e para, sabendo que «Portugal está em dificuldades, dar-lhe as duas mãos». Era mesmo o que precisávamos agora, a caridade venezuelana.
Acho graça é que ninguém nos jornais ou entre os democratas de algibeira que odeiam Chavez por ter ancionalziado o petróleo e dado de comer a quem tinha fome se esqueçam sempre de falar nas valas comuns com 1000 pessoas mortas pelos militares na Colômbia ou da situação nas Honduras. nm
sim entre os alemães que enterram os pobres e os venezuelanos que os ajudam preferes os primeiros. nm
ResponderEliminarPelo menos na alemanha não há ditadura, não se perseguem jornalistas e artistas nem se mandam fechar jornais. ts
ResponderEliminarts, nem na venezuela. nm
ResponderEliminarAcho graça é que ninguém nos jornais ou entre os democratas de algibeira que odeiam Chavez por ter ancionalziado o petróleo e dado de comer a quem tinha fome se esqueçam sempre de falar nas valas comuns com 1000 pessoas mortas pelos militares na Colômbia ou da situação nas Honduras. nm
ResponderEliminarnm vai para a benezuela, pá. não fazes cá falta
ResponderEliminar