05 dezembro, 2012

Demite-te, já!

Estudantes da Nova exibiram esta manhã ao Primeiro-Ministro este singelo cartaz com a mensagem: «Demite-te». O tolerante Passos fazia uma intervenção num seminário e impediu os seus seguranças de expulsarem os atrevidos estudantes que contra ele se insurgiam. Não há notícias de estudantes identificados pela segurança pessoal do PM. Os ares de Cabo Verde fizeram-lhe bem.

04 dezembro, 2012

Não há almoços grátis!

O «pavão» do Camilo Lourenço quer enganar os papalvos ao afirmar que a presença de Passos Coelho na apresentação do seu livro, chamado «Basta», foi uma mera delicadeza do senhor Primeiro-Ministro. Tanto que não há almoços grátis, o Camilo, que até era adepto de dar umas porradinhas no executivo, agora já diz que Passos o está a surpreender e tem a casta de político que é preciso para o Portugal do futuro.

03 dezembro, 2012

A diplomacia económica do Sr. Passos

Passos Coelho - Olha lá, pretinha. Não queres vir comigo para Portugal que eu arranjo-te emprego lá no Palácio de S. Bento a lavar pratos?
Cabo verdiana - Tá doido, sinhô Primeiro-Ministro. Aqui também temos televisão e sabemos que o vosso país está muito pior do que o nosso. Para ser preta duas vezes, prefiro aqui ficar. O tempo da escravidão acabou, tá percebendo?

Baby king

Os enjoos matinais de Kate denunciaram o que hoje o Palácio de Buckingham confirmou: os duques de Edimburgo vão ser pais dentro de alguns meses para gáudio dos britânicos. A Rainha terá ainda tempo para brincar com o seu bisneto lá para o próximo Verão. Os «tablóides» têm um inesgotável filão de especulação e a monarquia permanecerá mediática, pelos melhores motivos, depois do inesquecível Jubileu de Isabel II. O seu filho, Carlos, é que passou à história. Ninguém quer saber dele. Nem a velha morre, nem a gente almoça...

02 dezembro, 2012

Passos e os «pretos» de outras latitudes

O nosso «primeiro» está a precisar de sair de Portugal. Durante este fim de semana, na sua visita oficial a Cabo Verde distribuiu «bacalhaus» a torto e a direito pela populaça e a ainda teve tempo para receber uma carta em tom de lamento de um português emigrado por quentes terras africanas. Se o Pai Natal ler este post, desejo que fique por lá, monte um negócio com o seu amigo Dias Loureiro, «exilado» em Cabo Verde, e vá enganar «pretos» para outro lado.

Longe do «pântano», perto da Angelina

Ao contrário de Marcelo, não acho que Guterres pense, pelo menos nesta vida, voltar à política activa em Portugal. Talvez tenha sido no seu governo que se cometeram os maiores esbanjamentos de dinheiros públicos, muito por culpa de ter permitido que as corporações tivessem tomado conta do Estado e do Orçamento. O resultado está à vista de todos. Mas cala fundo ouvi-lo reconhecer que, enquanto ex-primeiro-ministro, tem uma quota-parte de responsabilidade na situação em que Portugal se encontra e que também tem culpa por o país não ter melhores níveis de desenvolvimento.
O alto comissário da ONU para os refugiados quer é ficar longe do «pântano», termo definido pelo próprio, na noite em que se demitiu, na sequência da hecatombe autárquica dos socialistas. Ter a Angelina Jolie por perto, é um privilégio que qualquer comum dos mortais não se pode dar ao luxo de desperdiçar.

O «escorpião» das Necessidades

Marcelo conhece bem Portas, e hoje previu na TVI, que o líder do CDS vai guardar numa gaveta especial o comentário de Passos Coelho sobre a hierarquia do governo, colocando Portas como número 3, atrás de Gaspar. Diz o comentador que a ferroada do «escorpião» das Necessidades pode acontecer na ressaca das autárquicas, em Outubro de 2013. Verdade seja dita, que se Portas é «escorpião», o «veneno» do professor Marcelo é inesgotável.

01 dezembro, 2012

O que é que a Primark tem?

A loja Primark no Centro Comercial Dolce Vita, na Amadora, é um verdadeiro «case study». É difícil não encontrar uma pessoa a circular pela superfície sem um saco da marca irlandesa dedicada ao comércio de vestuário e acessório para homem, senhora, criança, bem como aos utensílios para o lar. Não é material de primeira, mas os preços são muito módicos. Bom, bonito e barato. Com estes ingredientes, não admira que certos locais da loja pareçam ter sido alvo de uma catástrofe natural, com adereços espalhados, autênticos despojos de guerra, após uma batalha campal. Os encontrões e as pisadelas são suportados com estoicismo. A espera para pagar é um acto de fé. «Caixa 7, por favor», ouve-se de uma  vez mecanizada, para apressar a autêntica linha de montagem existente. Uma experiência antropológica. A repetir durante um dia de semana, off pick.