«Sporting não pode ser um viveiro de treinadores queimados», Godinho Lopes, presidente do Sporting, RTP1-, 15 Outubro 2012
15 outubro, 2012
14 outubro, 2012
Uma mensagem nada católica
Na outrora católica TVI, durante a manifestação cultural na Praça D. João I, no Porto, foi gracioso ver dois miúdos, que não tinham mais de 6 ou 7 anos, carregarem um cartão com a seguinte mensagem: «Sr. Policarpo vá à merda». De pequeninos é que se dão recadinhos...
Falsos gémeos
Tudo acontece ao pobre Pedro. Desta vez o caso da secretária pessoal do Primeiro-Ministro que foi exonerada por alegado abuso de confiança. Diz a imprensa que a senhora Helena Belmar da Costa «utilizou indevidamente bens do chefe do executivo». Corre também nos mentideros que a secretária prestou, anteriormente, assistência, administrativa, claro está, a Miguel Relvas. Como se sabe a actual companheira do ministro dos Assuntos Parlamentares foi assessora de imagem de Passos Coelho durante as eleições legislativas. Estes tipos são falsos gémeos, partilham tudo, até os negócios.
Maldito «contexto nacional»
Os dois nossos meninos que governam o burgo meteram a cabeça fora da janela para fazerem «mea culpa» pelos maus resultados dos seus partidos nas eleições insulares. Maldito «contexto nacional». Pedrinho e Paulinho pareciam dois meninos travessos de um colégio de elite, cujo conselho directivo decidiu puni-los pelo estilo irrequieto. Mesmo na hora de levarem reguadas, o menino Paulinho é sempre mais claro. Toda a gente o percebe. O Pedrinho é mais enigmático e cifrado. Acho que só mesmo ele é que se entende a ele próprio.
O «Schwarzeneger» das ilhas
Até dá gosto ver uma noite eleitoral das eleições dos Açores. Gente digna e sem ponta de polémica. Quem ganha, faz bons e motivadores discursos e quem perde, fá-lo com dignidade, sem apontar o dedo a quem se está a «lixar» para eleições e que acabou por «lixar» a candidata. Este Vasco Cordeiro, o novo presidente do governo regional, tem boa pinta e um corpanzil que assusta. Um autêntico Schwarzeneger das ilhas.
13 outubro, 2012
O Cardeal salazarento
O Cardeal Patriarca de Lisboa acha que os portugueses não devem sair à rua, porque os problemas não se resolvem com manifestações. Diz ele que não adianta nada e que assim é que não vamos para a frente. Comer e calar, está visto. Certeiro foi o Major Tomé, esta tarde em plena Praça de Espanha, que comparou D. José Policarpo ao Cardeal Cerejeira, a eminência parda do sr. presidente do conselho.
Um «case study» em Belém
Cavaco é um verdadeiro «case study» de como uma década de exercício presidencial pode ser tão desastrosa. O Presidente deixa os testemunhos relevantes para o Facebook e reserva as banalidades para os discursos oficiais. Hoje escreveu na «tasca do Zuckerberg», no seguimento das declarações de Lagarde, que o défice não é para ser cumprido «a todo o custo». Já tem quase cinco centenas de comentários a crucificá-lo. Só tem aquilo que merece.
«Pirómano» a monte
Enquanto tudo arde no rectângulo, um dos «pirómano» a monte é «apanhado» pela objetiva de um cidadão-paparazzi num rua de Paris, imagem divulgada nas páginas do «Correio da Manhã» de hoje. De fato de treino, aguarda que o sinal caia para verde para prosseguir o seu jogging diário. O exílio dourado de Sócrates continua na «cidade-luz».
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