«Tenho impressão de que o "jackpot" do Euromilhões não chegava para resolver os problemas do país», Jorge Salavisa, coreógrafo, respondendo à pergunta o que faria se vencesse o 1.º prémio, Diário de Notícias, 27 Julho 2012
27 julho, 2012
Olímpiadas em tempo de austeridade
Bem sei que o orçamento para a cerimónia de abertura desta noite é inferior aos Jogos Olímpicos de Pequim, mas seria hipócrita dizer que estas são as Olímpiadas da austeridade. Basta olhar para o negócio dos patrocinadores, dos direitos televisivos e do dispositivo de segurança. Rios de dinheiro que davam para sanear contas públicas de nações inteiras. Acomodem-se nos vossos sofás, sintonizem nos canais HD e aproveitem os 16 dias de glória, este ano, com a particularidade de ser no mesmo fuso horário que o português.
A dor do paciente espanhol
As revistas bem informadas e especializadas em fazer lóbi, normalmente não falham. O que a «Der Spiegel» e a «The Economist» publicam quase sempre tem forte possibilidade de acontecer. Na edição de hoje, mais um artiguinho sobre o inevitável resgate total da Espanha. A capa é eloquente, como a imagem documenta. No interior à peça é dado o nome de «O paciente espanhol». Palavras para quê?
26 julho, 2012
O genro
O genro de Cavaco e mais uns amigos endinheirados conseguiram comprar por uns míseros 21 milhões o Pavilhão Atlântico, que sai assim da esfera estatal. Deseja-se os melhores sucessos ao Montez e, já agora, que dê uma mãozinha ao Aníbal e à Maria sempre que as migalhas que recebem das suas pensões não for suficiente para as despesas lá na «barraca» do Possolo.
A frase do dia
«Para mim, o meu galo de Barcelos é o Cristiano Ronaldo», Paulo Bobone, socialite, em entrevista ao jornal «I», 26 Julho 2012
Que se lixe a língua
Maria Filomena Mónica, sempre desbragada mas certeira nos comentários, rotulou de «linguagem própria de casas de banho masculinas», o «que se lixem as eleições» dito pelo Primeiro-Ministro no célebre jantar em S. Bento. Só faltou dizer para fechar a tampa da sanita.
O político perdulário
A «Visão» anuncia com estardalhaço um perfil sobre o Relvas «desconhecido». Ainda não li, mas a avaliar pelas primeiras leituras que vão aparecendo no Facebook e na blogosfera, é a repetição que o ministro é um viciado em telemóvel e gastou dezenas de milhares de euros (ele não, a câmara de Tomar, nomeadamente, ou seja, todos nós) em contas. Este homem é um verdadeiro turbo ministro e um turbo aluno. Sinceramente, voyeurismo à parte, era mais interessante publicar o conteúdo de certas conversas de Relvas, do que reiterar o argumento que um tipo que apregoa a poupança da máquina do Estado, afinal é um perdulário de alto coturno.
Perdidos
A capa do «Libération» é elucidiativa. «Perdidos», em castelhano, com tradução para francês em baixo, com a bandeira espanhola em fundo.
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