A ver se alguém em S. Bento oferece um DVD com esta mítica gravação que remonta aos anos 80: «Read my lips, no new taxes», disse George Bush. Mentiu. Logo, não foi reeleito. O Primeiro-Ministro disse hoje que «neste momento», «neste momento», sublinhamos, «não prepara qualquer subida de impostos». Passos só não disse «read my lips», mas também não é preciso. É mentira pela certa.
11 julho, 2012
Prémio «Já te vi a falar melhor»
«O Governo não está a pôr porcaria na ventoinha para assustar os portugueses», Pedro Passos Coelho, Primeiro-Ministro, no Debate da Nação, 11 Julho 2012
10 julho, 2012
Momentos Relvas
A saga do Relvas continua.Já não só os sábados do ministro que deixaram de ser tranquilos por causa da privatização da RTP. Por onde quer que vá sente um país, por trás e pela frente, troçar com a sua excelentíssima e folclórica inteligência.
De sociólogos e engenheiros, a electricistas e bancários
As centrais sindicais estão em período de renovação. Depois de na CGTP o electricista Arménio Carlos ter substituído o sociólogo Carvalho da Silva, agora é a vez de na UGT o engenheiro químico, João Proença dar o lugar, em 2013, ao bancário Carlos Silva. Será a redução da formação académica dos novos líderes sinónimo da radicalização das posturas dos sindicatos?
09 julho, 2012
O «eleito»
A «indústria dos canudos» em Portugal foi das mais florescentes actividades dos últimos anos no nosso país, mas começa a dar sinais de decadência acelerada. As falcatruas e os cambalachos contribuíram para fechar a Independente, e por este andar outras se seguirão. Quem não tem culpa das facilidades concedidas aos «eleitos» desta vida são os estudantes sérios que gastam 10 vezes mais para ter um curso do que o ministro Relvas.
Já agora, o administrador da Lusófona argumenta que as 32 equivalências são justificadas pelo «curriculo rico» e as «competências transversais» deste cavalheiro. Só se a riqueza de refere às suas obscuras ligações com o Brasil e Angola. Essas sim, verdadeiramente ricas.
Já agora, o administrador da Lusófona argumenta que as 32 equivalências são justificadas pelo «curriculo rico» e as «competências transversais» deste cavalheiro. Só se a riqueza de refere às suas obscuras ligações com o Brasil e Angola. Essas sim, verdadeiramente ricas.
Contabilistas no olho do furacão
Continua o julgamento «Freeport». O novo desenvolvimento do dia é que o «Pinóquio» afinal não é o José que está em Paris, mas um contabilista da empresa Smith & Pedro, isto segundo o depoimento de Manuel Pedro, no tribunal do Barreiro.. Isto já cheira mal. Sempre que há asneira nas contas públicas, a culpa é dos homens das contas. São sempre os mesmos a pagar as favas. Irra!
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