28 junho, 2012

A olímpiada musical dos Muse



Para algo completamente diferente a banda britânica Muse compôs a música que vai acompanhar os 16 dias de glória dos Olímpicos de Londres, a partir de 27 de Julho. Ouvi uma vez e não sei se gosto ou abomino. É uma mistura de «United States of Euroasia» e «Boehmians Rapshody». Deve ser como a Coca Cola, primeiro estranha-se..O resto já todos sabem!

O incrível Hulk, versão black

Espanha e Itália vão disputar o «caneco» do Euro 2012 em Kiev. Os germânicos regressam a casa vergados à superioridade dos indolentes e endividados latinos, à beira do resgate. O herói da noite, Balotelli, parecia Hulk, mas na versão black. Dois golos que deram o apuramento e, se as coisas lhe correrem bem, até pode arrebatar o prémio de melhor marcador do torneio.

27 junho, 2012

O primeiro dos últimos ou a melhor indústria do país

Para as carpideiras do costume, aqui fica o balanço dos últimos certames em que a selecção de Portugal participou e brilhou, mesmo sabendo que o segundo lugar é o primeiro dos últimos: Euro 2000 - 3º lugar ex-aequo; Euro 2004 - finalista; Mundial 2006 - 4.º lugar; Euro 2012 - 3.º lugar ex-aequo. Esta é, de longe, a melhor indústria exportadora do país. E o resto são cantigas.

A lotaria saiu aos «Felipes»

Os «Felipes» derrotaram a «Padeira de Aljubarrota» na batalha de Donetsk. A lotaria dos penalties saiu aos castelhanos. Faltou sorte, disse Paulo Bento. «Uma injustiça», murmurou Cristiano para os céus. Faltou-nos a Nossa Senhora do Caravaggio, digo eu. Mas saímos sempre de cabeça erguida, como a selecção.

Tragédia ou redenção?


A redenção ou a tragédia esta noite, a partir das 19h45, num televisor perto de si. Se os portugueses correrem com os «felipes», sugiro que se proponha à chanceler Merkel trocar o troféu de campeão de Europa pela compra do total da dívida portuguesa. Era remédio santo e sempre se fazia a estátua para o CR7.

Não pode ser um nome de rua?


«Cristiano Ronaldo mostrou aos portugueses que merece um monumento em Lisboa», Diego Maradona, Jornal de Notícias, 2012

26 junho, 2012

O coleccionador de relógios caros

A versão castelhana do Huffington Post apresenta uma galeria com os diversos relógios que o ministro espanhol De Guindos, uma espécie de Gasparzinho de nuestros hermanos, se tem apresentado em público. Coleccionador confesso destes objectos, o ministro da Economia, responsável pelo pedido de resgate da banca espanhola, chega a usar relógios cujo preço de mercado pode alcançar os 6 mil euros. Outro que não ludibria e não engana...

Zangam-se os irmãos, descobrem-se as verdades

A presença de António Oliveira «agarrou-me» ao «Dia Seguinte», mesmo em pleno defeso futebolístico da Liga principal. O ex-jogador, um dos mais brilhantes da sua geração, e antigo seleccionador mostrou o motivo porque rompeu a relação pessoal e profissional que tinha com o seu irmão, Joaquim Oliveira. Um discurso escorreito, com ideias, clareza de espírito e a apontar o dedo ao patrão da Olivedesportos, que fundou nos anos 80, acusando-o de ser o dono do futebol, que põe e dispõe dos clubes, de pessoas e de influências, «segregando-o» de qualquer possibilidade de aparecer nos jornais do grupo Controlinveste  ou de concorrer a um cargo no dirigismo do futebol português. Oliveira é  muito mais do que um Octávio Machado, o tal do «vocês sabem o que estou a falar», porque já esteve dentro de um sistema que agora denuncia. Arranjem uma espécie de programa «Tempo Extra» para o Oliveira e não se vão arrepender. Este homem sabe os podres todos dos «donos da bola».