19 abril, 2012

Mais uma expropriação de «Evita» Kirchner

O «Inimigo Público» volta a fazer das suas: Na infinita imaginação destes malandros a presidenta argentina nacionalizou metade do plantel do Benfica. A ler.

A «albanização» nacional

Alberto João Jardim diz que «sem as regiões autónomas, Portugal é a Albânia da Europa Ocidental». E sem a República portuguesa, como será a Madeira, perguntamos nós?

A frase do dia


«Elogiei Pedro Passos Coelho sempre do ponto de vista moral e tenho simpatia por ele. Agora, acho que ele está a fazer um péssimo trabalho e também acho que o Governo não está a funcionar», Mário Soares, ex-Presidente da República, Agência Lusa, 19 Abril 2012

18 abril, 2012

O humor não se expropria


O conflito político e económico entre argentinos e espanhóis por causa da decisão de Buenos Aires de expropriar a YPF da petrolífera Repsol deu origem a múltiplas teorias e cartoons cheios de humor e ironia. Nacionalizar Messi ou fazer a «pulga» de refém, aqui no cartoon ameaçado pelo PM Mariano Rajoy, foi uma das dezenas de ideias ampliadas nas redes sociais. Afinal, o humor não se expropria.

«Mea culpa» real

Pela primeira vez em quase 37 anos de reinado, Juan Carlos dirigiu-se aos espanhóis para desculpar-se pelo escândalo da viagem ao Botswana: «Lamento. Cometi um erro e não voltará a acontecer». Ponto final. Vem-me à memória o que aconteceu com Cavaco relativamente à embrulhada com as pensões e a falta de dinheiro para as despesas. É tudo uma questão de carácter, meus caros...

«Astérix» em Londres

Os favoritos perderam na primeira mão da Champions. Jogo de alto nível estratégico e físico em Stamford Bridge. Verdadeira poesia foi ouvir o filósofo da bola, Luís Freitas Lobo, dizer que Puyol é o «Astérix» do Barcelona. Bela analogia.

17 abril, 2012

Deixem-nos trabalhar!

O enviado do Papa a Portugal nem quer ouvir falar do fim dos feriados de 15 de Agosto e 1 de Novembro. Governo e o Cardeal Policarpo tinham selado o acordo para extinguir os dias de festividade religiosa, mas a Santa Sé rejeita esta pretensão. Já não bastava o "emplastro" do Ribeiro e Castro para chatear com o 1 de Dezembro, agora vêm os beatos de Roma empatar as cruciais reformas que o nosso governo quer, a todo o transe, implementar. Deixem-nos trabalhar!

Céu encoberto, períodos de chuva forte


O arquitecto Saraiva dá mais uma cambalhota no projecto que ia mudar a imprensa em Portugal e derrotar o «Expresso». Ia, disse bem. O barco angolano chamado «Sol» continua a afundar e a orquestra que dirige o título continua a dar música. Com as vendas a pique, Saraiva decidiu mudar de gráfica, alterou o preço de capa de 3 para 2 euros e assume a «colagem» com o "Público». O jornal que inicialmente se dizia valer por si próprio e rejeitava liminarmente a oferta de brindes, afinal já deu tudo que havia para dar. O último mimo são cadernetas de cromos do Eusébio, resultante de uma parceria com o Benfica. São 200 mil cadernetas para oferecer com a compra do jornal da próxima sexta-feira. Outro título com a sentença de morte anunciada. Será até os angolanos quiserem manter um título financeiramente ruinoso, mas que pode ser influente em termos políticos.