03 março, 2012

A frase do dia


«Nem tudo está perdido para o Benfica? Claro que não. Do outro lado está o pior FC Porto da última década. Mas, a partir de ontem, vai ser muito mais difícil vencer aquela equipa, liderada por um génio. Um tenor que não desafina. Pelo menos quando tem do outro lado este Jesus, mais apocalíptico do que o livro do Novo Testamento», Octávio Ribeiro, director do Correio da Manhã, 3 Março 2012


Vozearia para desviar atenções

Sim está fora de jogo. Ou melhor, estavam. Só que isso não justifica 8 pontos perdidos em 3 jogos consecutivos. A berraria de Jesus e Vieira é só para desviar atenções. Seria o acontecimento do ano o «coxo» do Vítor Pereira ser campeão nacional, sem saber ler nem escrever.

02 março, 2012

Cai neve em Jerusalem


For the 1st time in 4 years, snow has fallen in Jerusalem. In this photo, 2 ultra-Orthodox Jewish men are seen in the Mea Shaarim neighborhood of Jerusalem. (Photo by Abir Sultan / EPA, via msnbc).

Ai estes são os polícias do «dragão»


O intendente da PSP que se vai ocupar da coordenação da operação de segurança do clássico da Luz não quis revelador o número de agentes mobilizados para o dia de hoje, mas posso garantir, em primeira mão, que dois efectivos encontram-se, desde ontem, em permanência, à porta da delegação do FC Porto, no Campo Pequeno, em Lisboa. Um desperdício. É caso para dizer que a polícia anda onde não deve e nos locais mais improváveis.

29 fevereiro, 2012

O rei dos matraquilhos

O Relvas é um verdadeiro mago da comunicação. Mesmo depois de chegado a ministro, atende frequentemente chamadas de jornalistas, retribui-as quando não responde à primeira, troca sms com quem faz opinião e «planta» notícias em publicações influentes para suscitar agitação. Diz que envia cartas aos autarcas, mas afinal é só o engodo para atrair jornalistas para um evento no dia seguinte, para que o ministro possa comentar as intenções do governo. É no papel o número 2 do executivo, mas na prática manda mais que o Sr. Coelho. Só lhe falta mesmo o teleponto para ultrapassar Sócrates.

Intendente «safe house»


 
O autarca Costa admite que Lisboa pode ter uma «safe house», uma espécie de bordel, mas nunca podendo ser chamado como tal, para que as profissionais do sexo com contrapartidas financeiras possam desempenhar o seu ofício com segurança e higiene. A coisa vai dar brado. Leia mais aqui.


A procuradora da catana

A procuradora de Beja que interrogou Francisco Esperança, o tal que matou a mulher, a filha e a neta, deu hoje uma entrevista à RTP para dizer pouca coisa. Da forma como está o Ministério Público, de pantanas, desconhece-se se a entrevista foi autorizada, mas este é um testemunho inédito que até pode abrir um precedente perigoso. Dizer que o assassino da Rua de Moçambique confessou que usou a catana «porque era silenciosa» é uma revelação desnecessária e que pode dar ideias a muitos loucos que andam à solta.

A frase do dia

«Não há uma polícia da língua. Há um acordo que não implica sanções graves para nenhum de nós», Francisco José Viegas, secretário de Estado da Cultura, TVI-24, referindo que o governo se prepara para alterar o acordo ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender