Desta nem a Endemol se lembrou, até à data. Daniel, participante na 12.ª edição do «Big Brother» brasileiro, transmitido pela TV Globo, foi ontem à noite expulso da casa depois de alegadamente ter violado debaixo do edredon uma das suas colegas de concurso, Monique. A história agita o Brasil, pôs as redes sociais a deitar fumo, e mete uma festa na casa, álcool e uma possível violação ou «estupro» como os zucas gostam de qualificar o ilícito. «O espectáculo deve continuar», sentenciou Pedro Bial, a Teresa Guilherme de calças. As audiências agradecem, independentemente do grau de manipulação. A dúvida, essa, permanecerá. Ainda não há câmaras debaixo dos lençóis. Por agora. PS: O "Jornal Nacional" da Globo, um noticiário com milhões de telespectadores, fez uma reportagem de dois minutos sobre o caso de suposto estupro dentro do "Big Brother Brasil 12".
É indecente ter estado apeado durante todo o serão pelo facto de o sítio do Parlamento estar indisponível. Será que para poupar no orçamento também dispensaram o técnico de informática do turno da noite?
O «hit» «zuca» do «Pintinho Piu» já tem a sua versão portuguesa, bem apimentada com conteúdo porno-político. Onde se fala da troika, do Jardim, do Coelho e do Cavaco. Rigorosamente a não perder.
O Álvaro foi hoje à TVI prestar contas à Judite. A de Sousa. Ao reiterar que é o ministro que vai ficar conhecido pelas reformas já antecipa um mau prenúncio para a sua estadia na Horta Seca. Basta fazer um simples exercício de memória para recordar que as duas bandeiras que o governo foi célere em desfraldar, a TSU e meia hora suplementar de trabalho, foram metidas rapidamente no saco para ninguém dar por isso.
Titula o «Público» de ontem que a saída de dois dos vereadores mais próximos de Rui Rio, um deles era vice-presidente, «precipita cenário de fim de ciclo» na Câmara do Porto. Vai ler-se o artigo e constata-se que os «ratos», os tais boys e girls de confiança, estão a abandonar o barco. O mandato de Rio termina no final de 2013, sem direito a recandidatura, mas os homens e as mulheres de confiança do autarca na gestão política, comunicacional e até de gabinete estão a fazer tudo para tratarem das suas vidinhas enquanto é tempo. Rio deve estar a sentir-se cada vez mais só no enorme gabinete que tem com vista para os Aliados.
Todos os governos nomeiam em excesso, uns metem mais boys outros mais girls. Só não gosto é de virgens ofendidas. Sim, é preciso meter os amigos, e depois? Se forem competentes. Pelo sim pelo não, sugiro que acedam ao link do Portal do Governo e façam umas impressões para levaram para a cama com os ordenados dos motoristas e das carradas de assessores e adjuntos dos nossos governantes sociais-democratas e democratas-cristãos. Aposto que sono não terão: http://www.portugal.gov.pt/pt/o-governo/nomeacoes.aspx
O «Rei Ghob» é um grande tarado e também um grande tanso. Soube-se hoje em tribunal que os pais de Joana receberam três dias após o desaparecimento da filha uma SMS do telemóvel pertencente à jovem com a informação que estaria «tudo bem», algures em França, terminando a mensagem com um «okey» (sic) e não um «ok», como normalmente a filha escrevia. Senhora ministra da Justiça, arranje lá uma professora no «xadrez» para ensinar o Ghob a escrever como deve ser. Até os alegados criminosos têm direito à literacia.
O mundo está mesmo ao contrário e os tempos mudaram mesmo. Agora são eles que choram como madalenas porque as suas «marias» vão para a...guerra. É isso que retrata o grande instantâneo fotográfico de João Miguel Rodrigues, esta tarde em Figo Maduro à partida para o Líbano da unidade de engenharia n.º11 das Forças Armadas Portuguesas.