16 janeiro, 2012

Sou como um Rio solitário

Titula o «Público» de ontem que a saída de dois dos vereadores mais próximos de Rui Rio, um deles era vice-presidente, «precipita cenário de fim de ciclo» na Câmara do Porto. Vai ler-se o artigo e constata-se que os «ratos», os tais boys e girls de confiança, estão a abandonar o barco. O mandato de Rio termina no final de 2013, sem direito a recandidatura, mas os homens e as mulheres de confiança do autarca na gestão política, comunicacional e até de gabinete estão a fazer tudo para tratarem das suas vidinhas enquanto é tempo. Rio deve estar a sentir-se cada vez mais só no enorme gabinete que tem com vista para os Aliados.

Os governantes e a numerosa claque

Todos os governos nomeiam em excesso, uns metem mais boys outros mais girls. Só não gosto é de virgens ofendidas. Sim, é preciso meter os amigos, e depois? Se forem competentes. Pelo sim pelo não, sugiro que acedam ao link do Portal do Governo e façam umas impressões para levaram para a cama com os ordenados dos motoristas e das carradas de assessores e adjuntos dos nossos governantes sociais-democratas e democratas-cristãos. Aposto que sono não terão: http://www.portugal.gov.pt/pt/o-governo/nomeacoes.aspx

Erro de palmatória, «okey»?

O «Rei Ghob» é um grande tarado e também um grande tanso. Soube-se hoje em tribunal que os pais de Joana receberam três dias após o desaparecimento da filha uma SMS do telemóvel pertencente à jovem com a informação que estaria «tudo bem», algures em França, terminando a mensagem com um «okey» (sic) e não um «ok», como normalmente a filha escrevia. Senhora ministra da Justiça, arranje lá uma professora no «xadrez» para ensinar o Ghob a escrever como deve ser. Até os alegados criminosos têm direito à literacia.

Ela vai para a guerra, deixai-a ir!

O mundo está mesmo ao contrário e os tempos mudaram mesmo. Agora são eles que choram como madalenas porque as suas «marias» vão para a...guerra. É isso que retrata o grande instantâneo fotográfico de João Miguel Rodrigues, esta tarde em Figo Maduro à partida para o Líbano da unidade de engenharia n.º11 das Forças Armadas Portuguesas.

Meia volta

A liga do cabo e da cerveja dobrou a primeira volta com os do costume na liderança. Sporting e Braga vão contentar-se com um lugar no pódio, o último a dar acesso à Liga Milionária. Apesar da estrangeirada que inundou o campeonato português, valha a verdade que a maior parte dos jogos da primeira volta proporcionou bons espectáculos e muitos golos. Dentro de seis jornadas há um escaldante Benfica-Porto, na Luz, que coincidirá com os compromissos europeus de ambos. Os 'casca-grossa' Jesus e Pereira vão lutar pela vitória dos seus clubes e pela respectiva sobrevivência desportiva.

Palavra de supersticioso

Enquanto se debate acesamente o motivo para o naufrágio, o Costa Concórdia jaz no mar Tirreno, junto à ilha de Giglio. Os supersticiosos é que não têm dúvidas: o cruzeiro teve o acidente na noite de sexta-feira, 13 e a garrafa de champagne que devia ter-se partido no dia da primeira viagem inaugural manteve-se intacta. Não há coincidências.

15 janeiro, 2012

As cadeiras do Juca

Juca Magalhães tem várias cadeiras de sonho. Mantém a cadeira na TVI junto a Marcelo, obteve a cadeira de director do Porto Canal e sonha agora com as cadeiras de presidente do FC Porto e da Câmara Municipal da «invicta», como revela hoje na revista de domingo do DN e do JN.

14 janeiro, 2012

O «Titanic» do Tirreno

Um paquete italiano de dimensões gigantescas, chamado «Costa Concórdia», naufragou ontem à noite na costa da Toscania, ao largo da ilha de Giglio, no Mar Tirreno. A bordo 4000 pessoas, entre passageiros e tripulantes, que acabavam de sair do porto de Civitavecchia. O comandante pirou-se, mas foi entretanto detido pela polícia para interrogatório, acusado de homicídio por negligência. 3 mortos e 40 desaparecidos é o balanço actual da tragédia.