Esta notícia incendiária do «Público» de hoje, ainda por cima em manchete, encaixava-se com propriedade num jornal com a filosofia e identidade do «Correio da Manhã», mas é contra-natura num jornal dito respeitável. Não será exagero afirmar que o jornal da Sonae enterrou hoje o pouco crédito que ainda lhe restava.
06 janeiro, 2012
Descalabro «Público» e notório
Esta notícia incendiária do «Público» de hoje, ainda por cima em manchete, encaixava-se com propriedade num jornal com a filosofia e identidade do «Correio da Manhã», mas é contra-natura num jornal dito respeitável. Não será exagero afirmar que o jornal da Sonae enterrou hoje o pouco crédito que ainda lhe restava.
A frase do dia
«Não ocorreu a ninguém que (apesar do azeite de Herculano e do dr. Barreto) a Jerónimo Martins não é uma organização de beneficência e que o seu dever é fortalecer a sua posição e aumentar os seus lucros. Se ela falisse, ou enfraquecesse, haveria com certeza uma enorme choradeira e a "inteligência" indígena voltava a lamentar a falta de empresários. Como não faliu, serve por aí de bode expiatório», Vasco Pulido Valente, in «Público», 6 Janeiro 201205 janeiro, 2012
Quantas vidas tem Macedo?
Paulo Macedo continua a cortar a direito, mas começa a ter os seus «momentos Correia de Campos». Enquanto o ex-ministro começou a desfazer-se politicamente com os nascimentos nas ambulâncias na berma da estrada, o ex-homem forte do Fisco pode ver a sua credibilidade a ruir por falta de assistência de pessoal médico e auxiliar para salvar casos de risco de vida.
Uma gaffe lusitana
Pedro «Vespa» Soares
Não é para implicar, mas há uns «artistas» na informação do serviço público que deviam ser corridos no primeiro comboio para a Coreia do Norte. Um tal de Contreiras interpelou o ministro Mota Soares à entrada da RTP, salientando, no início da conversa que o governante chegara às instalações do canal público na sua «Vespa», facto, salientou, que muitos colegas de profissão mais velhos juraram ter sido algo nunca visto por aquelas bandas. Mota Soares esteve bem e chutou para canto, justificando que havia assuntos mais importantes para tratar.
O casual encontro da «tralha socrática»
As avenidas novas da capital estão explosivas de tanto VIP que por lá circula. Mais um encontro imediato de terceiro grau que presenciámos de forma casual em plena Avenida Elias Garcia, à hora do almoço. Rui Pereira e Mário Lino, dois ministros da tralha socrática, reencontraram-se, aparentemente sem combinação prévia, e trocaram dois dedos de conversa. O maçon Pereira estava todo formal, enquanto o Lino trajava de modo mais «casual», com o seu inseparável cachimbo. A política tira anos de vida e o importante não lá estar, mas por lá ter passado.
A frase do dia
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