16 setembro, 2011

Necessidades «after hours»

O ex-MNE, Luís Amado, era a calmaria em pessoa. O Palácio das Necessidades estava posto em relativo sossego. Com a entrada de Paulo Portas, tudo mudou. O novo MNE tem demonstrado toda a sua impulsividade em momentos mais tensos, aos gritos com os seus colaboradores que com ele de perto trabalham. Verdadeiro workhaolic, hábito provavelmente vindo dos desregrados tempos de jornalista, Portas convoca as suas «tropas» para reuniões tardias nas Necessidades. E quando digo tardias não digo 22 horas. Mas sim 1 ou 2 da manhã. Secretárias e motoristas, já para não falar de assessores e conselheiros, estão sempre de plantão. O que lhes vale é Portas passar muito tempo ausente a viajar por esse mundo fora.

Jardim, «o grego»

Sabe-se hoje que para além do «buraco», Jardim também andou a aldrabar e a esconder contas. Na Madeira cultiva-se o espírito de ludibriar, já conhecido nos gregos. O governante madeirense ainda vai ficar conhecido para a história como aquele que «roubou e escondeu, mas fez».

Breivik, o exterminador implacável

Dois meses depois do duplo atentado que chocou a Noruega, foram hoje divulgadas pela primeira vez novas imagens do autor do massacre, Anders Breivik, pouco depois de ter colocado a bomba que estalou no centro de Oslo, antes mesmo de se dirigir para a ilha de Utoya.

15 setembro, 2011

A frase do dia

«Têm inveja de mim porque sou rico, bonito e um grande jogador», Cristiano Ronaldo, à saída do Estádio de Zagreb, onde foi coreado com o nome «Messi, Messi, Messi», El País Online, 15 Setembro 2011

Com o «iunaite» na cabeça

Jesus continua em grande forma. Dentro e fora das quatro linhas. Bom Benfica diante do Manchester na primeira jornada da Champions (1-1). No «flash», o Deus encarnado, com dificuldades para dizer Manchester, preferiu falar do "iunaite" (United). Ele bem confessara que tinha tido aulas de inglês, mas só deve ter aprendido a dizer «fuck off» e «kiss my ass». Muito bom!

14 setembro, 2011

Passos queria vir de comboio para Lisboa, a segurança não deixou

Pedro Passos Coelho - Eu até era gajo para meter uma cunha ao Álvaro e pedir-lhe 4 «Passes Social +» para vir todos os dias com a Laura e as miúdas de comboio para Lisboa, mas a minha equipa de segurança achou que era muito arriscado por causa da gandulagem que deambula na Linha de Sintra.

A juiza implacável

Voltando à «vaca fria» do caso Sotero, o incontornável «CM» tem mais detalhes sobre o acórdão da juiza Flávia Macedo. Disse a senhora magistrada, segundo reza o diário da Cofina, adepta de fado e do Benfica, que «a soma de todos os crimes», os 71 provados, «dá 230 anos. Se pudesse dava-lhe 110, mas, tendo em conta a pena máxima em Portugal, é condenado a 25 anos de cadeia». Quem fala assim, não é gaga, mas talvez a doutora Flávia estivesse mais confortável a julgar nos «states». Era perpétua e condenações à morte por injecção letal a torto e a direito.

Sou diferente e faço por isso

Não se sabe ainda se Passos é muito diferente de Sócrates, mas para já está a fazer para demarcar-se do seu antecessor. Mantém o estilo conciliador no Plenário, esteve uns largos minutos à conversa com Maria de Belém no fim da sessão e à saída fintou olimpicamente os jornalistas, entre os quais se encontrava o inevitável Ferrão, abandonado o hemiciclo por outra porta. Declarações do PM só as registadas dentro da sala. Não esperes pela demora, Pedro. A vingança dos corporativos jornalistas serve-se fria.