O ex-MNE, Luís Amado, era a calmaria em pessoa. O Palácio das Necessidades estava posto em relativo sossego. Com a entrada de Paulo Portas, tudo mudou. O novo MNE tem demonstrado toda a sua impulsividade em momentos mais tensos, aos gritos com os seus colaboradores que com ele de perto trabalham. Verdadeiro workhaolic, hábito provavelmente vindo dos desregrados tempos de jornalista, Portas convoca as suas «tropas» para reuniões tardias nas Necessidades. E quando digo tardias não digo 22 horas. Mas sim 1 ou 2 da manhã. Secretárias e motoristas, já para não falar de assessores e conselheiros, estão sempre de plantão. O que lhes vale é Portas passar muito tempo ausente a viajar por esse mundo fora.
16 setembro, 2011
Necessidades «after hours»
O ex-MNE, Luís Amado, era a calmaria em pessoa. O Palácio das Necessidades estava posto em relativo sossego. Com a entrada de Paulo Portas, tudo mudou. O novo MNE tem demonstrado toda a sua impulsividade em momentos mais tensos, aos gritos com os seus colaboradores que com ele de perto trabalham. Verdadeiro workhaolic, hábito provavelmente vindo dos desregrados tempos de jornalista, Portas convoca as suas «tropas» para reuniões tardias nas Necessidades. E quando digo tardias não digo 22 horas. Mas sim 1 ou 2 da manhã. Secretárias e motoristas, já para não falar de assessores e conselheiros, estão sempre de plantão. O que lhes vale é Portas passar muito tempo ausente a viajar por esse mundo fora.
15 setembro, 2011
Com o «iunaite» na cabeça
Jesus continua em grande forma. Dentro e fora das quatro linhas. Bom Benfica diante do Manchester na primeira jornada da Champions (1-1). No «flash», o Deus encarnado, com dificuldades para dizer Manchester, preferiu falar do "iunaite" (United). Ele bem confessara que tinha tido aulas de inglês, mas só deve ter aprendido a dizer «fuck off» e «kiss my ass». Muito bom!
14 setembro, 2011
Passos queria vir de comboio para Lisboa, a segurança não deixou
A juiza implacável
Voltando à «vaca fria» do caso Sotero, o incontornável «CM» tem mais detalhes sobre o acórdão da juiza Flávia Macedo. Disse a senhora magistrada, segundo reza o diário da Cofina, adepta de fado e do Benfica, que «a soma de todos os crimes», os 71 provados, «dá 230 anos. Se pudesse dava-lhe 110, mas, tendo em conta a pena máxima em Portugal, é condenado a 25 anos de cadeia». Quem fala assim, não é gaga, mas talvez a doutora Flávia estivesse mais confortável a julgar nos «states». Era perpétua e condenações à morte por injecção letal a torto e a direito.
Sou diferente e faço por isso
Não se sabe ainda se Passos é muito diferente de Sócrates, mas para já está a fazer para demarcar-se do seu antecessor. Mantém o estilo conciliador no Plenário, esteve uns largos minutos à conversa com Maria de Belém no fim da sessão e à saída fintou olimpicamente os jornalistas, entre os quais se encontrava o inevitável Ferrão, abandonado o hemiciclo por outra porta. Declarações do PM só as registadas dentro da sala. Não esperes pela demora, Pedro. A vingança dos corporativos jornalistas serve-se fria.
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