Os nosso credores da troika pediram-nos, com jeitinho, mas é como se fosse em forma de ultimatum, para pouparmos mais mil milhões de euros, cerca de 0,6% do PIB. Coisa pouca. O Gasparzinho, obediente como sempre, já deve estar de tesoura afiada para cortar no contribuinte «tuga». Fujam, e para bem longe, quando ouvirem que foi marcada uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças!
13 setembro, 2011
Gasparzinho, mãos de tesoura
Os nosso credores da troika pediram-nos, com jeitinho, mas é como se fosse em forma de ultimatum, para pouparmos mais mil milhões de euros, cerca de 0,6% do PIB. Coisa pouca. O Gasparzinho, obediente como sempre, já deve estar de tesoura afiada para cortar no contribuinte «tuga». Fujam, e para bem longe, quando ouvirem que foi marcada uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças!
A mão pesada, mas que treme, da justiça
Henrique Sotero pediu desculpa, mostrou arrependimento e colaborou com a justiça. Confessando até crimes que as próprias autoridades desconheciam. Como os seus crimes, hediondos e condenáveis, é lógico, foram mediatizados até à náusea, elevando-o ao «Jack, o Estripador» do elitista bairro de Telheiras e arredores, o senhor juiz não foi de modas e aplicou-lhe 25 anos de cadeia. Tudo o que fosse menos de certo provocaria um motim nacional. Condenação exemplar, dirão uns. É pouco, dirão outros. Só acho que criminoso que tem o azar de ter ver o seu processo mediatizado até à obscenidade o melhor é pensar duas vezes antes de colaborar com a justiça. O melhor é deixar o advogado falar e entrar mudo e sair calado.
Beleza angolana
No dia seguinte a ter condenado à prisão manifestantes por expressarem na rua o seu descontentamente, está de parabéns o regime de José Eduardo dos Santos. Já consegue produzir as mulheres mais bonitas do Planeta. A angolana Leila Lopes foi eleita ontem Miss Universo, tornando-se numa das raras vencedoras de raça negra deste concurso. Yes, they can!12 setembro, 2011
Ninguém vibra com as boas notícias?
Num país onde tudo parece correr mal, vi hoje numa daquelas reportagens para «encher» o «Telejornal» que a capacidade hoteleira de Lisboa está por estes dias no limite devido ao congresso internacional sobre diabetes que decorre entre hoje e sexta-feira no Pavilhão Atlântico, que reúne mais de 18 mil especialistas de todo o Planeta. Trata-se do maior congresso médico alguma vez realidado no nosso País. Mais turistas, mais dormidas, mais refeições, mais compras. Esta organização certamente terá retorno. Uma boa notícia! Ninguém vibra?
O emplastro Nogueira
Em Viseu, o sindicalista Nogueira meteu-se entre os jornalistas e começou a questionar o primeiro-Ministro sobre os temas mais candentes do sector educativo. Passos Coelho revelou (ainda) uma postura de muito fair-play, muito guterrista, por assim dizer. São sabidas as ambições políticas do líder da Fenprof, mas «numeritos» só para aparecer revelam-se de todo dispensáveis. Outro emplastro, não!11 setembro, 2011
Ensaio sobre a não lucidez
Nos eméritos socialistas que ainda estão vivos, Soares consegue estar mais lúcido que Almeida Santos. O ex-Presidente da Assembleia da República saiu-se com mais duas pérolas neste fim-de-semana. A primeira é que Sócrates «ainda não se apagou», dando a entender que pode chegar a Presidente da República, e a outra é que o PS de Seguro «não demorará muito até voltar ao poder». Calem o homem!
Uma década de 9/11

Uma década depois a ferida voltou a ser avaliada. Foi uma cerimónia que só os americanos conseguiriam fazer. Muita emoção, muito patriotismo, muito «made in USA». Um presidente republicano e outro democrata juntos e ao vivo, Obama a ler a Bíblia, Paul Simon e James Taylor a cantar músicas puxando ao sentimento, só com uma viola, e um monumento de colossal beleza intitulado «Reflectindo a Ausência». Dizem que a partir de hoje o «Ground Zero» vai mudar ligeiramente, passando a chamar-se «Ground something».
Seguro que é para «queimar»
António José Seguro quer cortar com o Socratismo. Erradicá-lo do mapa. Sinal disso é que admite estar aberto a compromissos à esquerda e à direita. Parece mesmo que do tempo do ex-secretário-geral do PS ficou apenas o teleponto, até o hino galvanizador das massas nos congresso é outro, da aclamada série «Norte/Sul». Se as boas intenções de «Tozé» chegassem e o timing político ajudasse, em breve seria primeiro-ministro. Acontece que depois de tantas hesitações, Seguro apareceu na altura errada e no momento errado. Seguro que é para «queimar».
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