«Não se pode ter na mesma equipa um grande treinador e um guarda-redes que dê frangos», Álvaro Santos Pereira, ministro da economia, dando a «táctica» para a recuperação do país, SIC-Notícias, 2 Julho 2011
02 julho, 2011
Mr. Bean?
30 junho, 2011
O mundo continua a mudar
Diz a revista «Sábado», na sua rubrica de notícias indiscretas, que Passos Coelho foi no passado domingo ao Pingo Doce do Cacém com a mulher e as filhas, mas ficou no carro. Suspeito que depois da revelação de hoje o melhor é que fique mesmo em casa para não ouvir o que não quer. No dia 1 de Abril, em imagens hoje reproduzidas pela SIC, considerou um «disparate» o cativar dos subsídios de férias ou de Natal. Três meses depois mudou de opinião. Afinal não foi só Sócrates que sentiu que o mundo mudou. No fundo, no fundo, entre os políticos e os governos que nos têm calhado em sorte, só muda mesmo o estilo e as boas maneiras, porque para na arte de mentir e castigar os oprimidos é difícil eleger o vencedor.
O Natal é quando o Passos quiser
Pensava que Passos Coelho ia anunciar a redução do número de pedidos de pareceres do Estado aos escritórios de advogados, a extinção de dezenas de institutos públicos e a compra de um passse social para os ministros e secretários de Estado se deslocarem de metro dentro de Lisboa. Era capaz de totalizar os 800 milhões de euros que o executivo de direito quer angariar a todo o transe. Puro engano. Afinal, o Pai Natal chegou mais cedo e também me vai ao bolso a metade do meu subsídio do 13.º mês. O que é isto, pá?
29 junho, 2011
A lista de Passos
Boa capa a do «Jornal de Negócios» de hoje, com a ilustração oportuna de Luís Afonso. Com o défice a derrapar, as medidas draconianas, as tais «para além da troika», devem ser anunciadas amanhã, quando muitos portugueses (os que podem), já fazem a mala para as vacances. Um imposto especial sobre o subsídio de Natal é um dos rumores que já circula nos «mentideros» políticos.
Doentes «presos» à actualidade
Pelo que se aprecia da foto divulgada pelos regimes de Havana e Caracas, os dois carismáticos líderes, Chavez e Fidel, mesmo acometidos por arreliadoras doenças, continuam interessados pelas notícias que vão fazendo pulsar a actualidade. Chavez com cara de caso porque não consegue imaginar Portugal sem o amigo Sócrates no poder, enquanto Fidel espreita a oportunidade de mandar um «cayuco» para o nosso país com uns 100 médicos cubanos para o SNS agora gerido pelo exterminador Macedo.
A frase do dia
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